DE-2, de 25 de julho de

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 1

SIGLAS UTILIZADAS PELO COMANDO DA AERONÁUTICA CONSTANTES DESTAS INSTRUÇÕES BCA

- Boletim do Comando da Aeronáutica

CDA

- Comissão de Desportos da Aeronáutica

CEMAL

- Centro de Medicina Aeroespacial

CIAAR

- Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica

CINDACTA

- Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo

COMAER

- Comando da Aeronáutica

COMAR

- Comando Aéreo Regional

COMGEP

- Comando-Geral do Pessoal

DEPENS

- Departamento de Ensino da Aeronáutica

DIAP

- Documento de Informação de Aptidão Psicológica

DIRSA

- Diretoria de Saúde da Aeronáutica

DOU

- Diário Oficial da União

EA

- Exame de Admissão

EAOT

- Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica

EAP

- Exame de Aptidão Psicológica

ECT

- Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos

ICA

- Instrução do Comando da Aeronáutica

IE/EA

- Instruções Específicas ao Exame de Admissão

INSPSAU

- Inspeção de Saúde

IPA

- Instituto de Psicologia da Aeronáutica

IRIS

- Instruções Reguladoras das Inspeções de Saúde

JEA

- Junta Especial de Avaliação

OM

- Organização Militar

OMAP

- Organização Militar de Apoio

QCOA

- Quadro Complementar de Oficiais da Aeronáutica

QOT

- Quadro de Oficiais Temporários

RUMAER

- Regulamento de Uniformes da Aeronáutica

SERENS

- Serviço Regional de Ensino

TACF

- Teste de Avaliação do Condicionamento Físico

A1

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 2 CALENDÁRIO DE EVENTOS

EVENTOS RESPONSÁVEIS DATAS/PRAZOS 1. Período de inscrição. (Pela Internet, o preenchimento do FSI CANDIDATOS/ será possível a partir das 10h do primeiro dia de inscrições 25 jul. a 20 ago. 2007 CIAAR até às 15h do último dia - horário de Brasília). 2. Divulgação, via Internet e Intraer, da relação nominal dos candidatos que tiveram a solicitação de inscrição deferida e CIAAR 28 ago. 2007 indeferida. 3. Remessa, ao CIAAR, do requerimento para inscrição em grau de recurso, via encomenda expressa (urgente) ou via CANDIDATOS até 30 ago. 2007 ECT, por SEDEX. 4. Divulgação, via Internet e Intraer, da relação nominal dos candidatos que, em grau de recurso, tiveram a solicitação de CIAAR 10 set. 2007 inscrição deferida ou indeferida. 5. Divulgação, via Internet e Intraer, dos locais de prova. CIAAR até 11 set. 2007 6. Concentração Inicial: Provas Escritas • fechamento dos portões às 8h 45min; OMAP 23 set. 2007 • concentração inicial às 9 h; e • início das provas às 10 h (horário de Brasília). 7. Divulgação, via Internet e Intraer, das provas aplicadas e CIAAR 25 set. 2007 dos gabaritos provisórios. 8. Remessa da Ficha Informativa sobre Formulação de Questão (FIFQ) ao CIAAR, via fax e encomenda expressa CANDIDATOS até 27 set. 2007 (urgente) ou via ECT, por SEDEX. (para agilizar) 9. Divulgação, via Internet e Intraer, dos gabaritos oficiais e dos pareceres sobre as FIFQ, ou comunicação da CIAAR 17 out. 2007 inexistência das mesmas. 10. Divulgação, na Internet e Intraer, da relação nominal, por especialidade, com os resultados obtidos pelos candidatos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade e de Conhecimentos Especializados, constando a média e a CIAAR 19 out. 2007 classificação parcial, bem como a convocação para a Concentração Intermediária e Prova de Títulos daqueles que deverão prosseguir no Exame. 11. Divulgação, no Diário Oficial da União, da relação nominal dos candidatos convocados para a Concentração CIAAR até 22 out. 2007 Intermediária e Prova de Títulos. 12. Solicitação à Divisão de Concursos do CIAAR, da vista de CANDIDATOS até 23 out. 2007 Prova de Redação, via fax e agendamento telefônico. 13. Concentração Intermediária das 9h às 11h. SERENS 24 out. 2007 14. Inspeção de Saúde – realização e julgamento. OSA 25 a 31 out. 2007 15. Exame de Aptidão Psicológica. IPA / SERENS 5 a 23 nov. 2007 16. Divulgação, na Internet e na Intraer, da relação nominal, por CIAAR 12 nov. 2007 especialidade, dos candidatos com os resultados obtidos na Prova de Títulos. 17. Divulgação, via Internet e Intraer, dos resultados individuais 13 nov. 2007 CIAAR obtidos pelos candidatos na INSPSAU. 09 nov. 2007 A2 - 1/3

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

19. Solicitação, ao SERENS, do Documento de Informação de 18 Saúde. 20. Entrega dos Documentos de Informação de Saúde aos 19 candidatos julgados incapazes na INSPSAU, mediante

solicitação. 18. Remessa, via SEDEX, de recurso para a Prova de Títulos. 20

CANDIDATOS

até 20 nov. 2007 12 nov. 2007

SERENS

até 20 nov. 2007 12 nov. 2007

CANDIDATOS

até 14 nov. 2007

* Alterado pela Portaria DEPENS nº 215-T/DE-2, de 14 de setembro de 2007. 21. Entrega, ao SERENS, das 9h às 16h, da solicitação de CANDIDATOS INSPSAU em grau de recurso. 22. Realização e julgamento da INSPSAU em grau de recurso, bem como remessa, via fax, ao CIAAR, dos resultados DIRSA / OSA obtidos pelos candidatos. 23. Divulgação, na Internet e na Intraer, da relação nominal dos candidatos com os resultados obtidos na Prova de Títulos CIAAR em grau de recurso, constando a média e a classificação final. 24. Divulgação, via Internet e Intraer, dos resultados individuais CIAAR obtidos pelos candidatos na INSPSAU em grau de recurso. 25. Realização, julgamento e divulgação do resultado do TACF CDA / SERENS ao candidato imediatamente após o julgamento. 26. Entrega, no setor de protocolo do SERENS, da solicitação CANDIDATOS do TACF em grau de recurso. 27. Divulgação, via Internet e Intraer, dos resultados individuais obtidos pelos candidatos no EAP (relação por número de CIAAR inscrição). 28. Divulgação, via Internet e Intraer, dos resultados obtidos CIAAR pelos candidatos no TACF. 29. Solicitação ao SERENS do DIAP. CANDIDATOS 30. Entrega dos DIAP aos candidatos contra-indicados no EAP, SERENS mediante solicitação. 31. Entrega, ao SERENS, das 9 h às 16 h, da solicitação do EAP CANDIDATOS em grau de recurso. * Alterado pela Portaria DEPENS nº 215-T/DE-2, de 14 de setembro de 2007. 32. Realização do EAP em grau de recurso. IPA/SERENS 33. Realização e julgamento do TACF em grau de recurso. CDA / SERENS 34. Divulgação, via Internet e Intraer, dos resultados obtidos CIAAR pelos candidatos no TACF em grau de recurso. 35. Divulgação, via Internet e Intraer, dos resultados individuais obtidos pelos candidatos no EAP em grau de recurso CIAAR (relação por número de inscrição). 36. Remessa via fax e entrega no IPA ou via ECT, com postagem registrada e Aviso de Recebimento, ao referido Instituto, das solicitações de Entrevista Informativa, CANDIDATOS referentes aos candidatos contra-indicados no EAP que desejarem esclarecer o motivo de sua contra-indicação.

A2 - 2/3

até 20 nov. 2007 27 a 29 nov. 2007

30 nov. 2007

04 dez. 2007 12 a 14 dez. 2007 12 a 14 dez. 2007 até 19 dez. 2007 20 dez. 2007 até 21 dez. 2007 até 21 dez. 2007 até 21 dez. 2007 até 28 dez. 2007 8 e 9 jan. 2008 10 e 11 jan. 2008 até 15 jan. 2008 até 15 jan. 2008

até 17 jan. 2008

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

37. Divulgação, via Internet e Intraer, da relação nominal dos candidatos selecionados pela JEA para habilitação à matrícula, contendo as médias finais com as respectivas classificações, bem como da convocação para a Concentração Final. 38. Vista de Prova de Redação, no CIAAR, das 9h às 12h e de 14h às 17h. 39. Divulgação, via Internet e Intraer, do local e horário da realização da Entrevista Informativa. 40. Divulgação, no Diário Oficial da União, da relação nominal dos candidatos selecionados pela JEA para habilitação à matrícula. 41. Concentração Final no CIAAR das 9h às 11h . 42. Entrevista Informativa referente ao EAP com os candidatos contra-indicados. 43. Matrícula e início do Estágio. 44. Apresentação, no CIAAR, dos candidatos excedentes convocados. 45. Divulgação, via Internet e Intraer, da relação nominal dos candidatos que receberam Ordem de Matrícula e foram excluídos do exame ou considerados desistentes, bem como da relação nominal dos candidatos excedentes convocados. 46. Divulgação, no Diário Oficial da União, da relação nominal dos candidatos matriculados no EA-EAOT 2008. 47. Divulgação, via Internet e Intraer, da relação nominal dos candidatos matriculados no Estágio.

CIAAR

até 18 jan. 2008

CIAAR

21 e 22 jan. 2008

CIAAR

até 22 jan. 2008

DEPENS

até 22 jan. 2008

CIAAR IPA

23 jan. 2008 24 e 25 jan. 2008

CIAAR

28 jan. 2008

CANDIDATOS

até 06 fev. 2008

CIAAR

até 07 fev. 2008

CIAAR

até 06 mar. 2008

CIAAR

até 07 mar. 2008

INTENCIONALMENTE EM BRANCO

INTENCIONALMENTE EM BRANCO

A2 - 3/3

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 3 PROGRAMA DE MATÉRIAS

A bibliografia não limita nem esgota o programa. Serve apenas como orientação para as bancas elaboradoras de provas e para os candidatos. 1.

LÍNGUA PORTUGUESA

1.2 INTERPRETAÇÃO DE TEXTO: Informações literais e inferências possíveis. Ponto de vista do autor. Significação contextual de palavras e expressões. Relações entre idéias e recursos de coesão. 1.3 FONÉTICA E FONOLOGIA: Fonemas, encontros consonantais e vocálicos; dígrafos. Divisão silábica. Acentuação gráfica. Ortografia. 1.4 MORFOLOGIA: Estrutura das palavras. Radicais gregos e latinos, prefixos de origem grega latina, sufixos. Formação de palavras. Classes de palavras – classificação, flexão e emprego: substantivo, adjetivo, artigo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção e interjeição. 1.5 SINTAXE: Análise sintática da oração. Análise sintática do período. Pontuação. Regência. Concordância. 1.6

ESTUDO DA CRASE

1.7

COLOCAÇÃO PRONOMINAL

1.8 SEMÂNTICA E ESTILÍSTICA: Sinonímia e polissemia. Denotação e conotação. Figuras de estilo. 1.9 1.9.1 1.9.2 1.9.3 1.9.4

2.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2001. CEGALLA, Domingos Pascoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Marto. Gramática. 20 ed. São Paulo: Ática, 2006. PASQUALE, Cipro Neto; ULISSES, Infante. Gramática da língua portuguesa. 2. ed. São Paulo: Scipione, 2004. REDAÇÃO (PRODUÇÃO DE TEXTO)

2.1 Tema da atualidade, determinado pela Banca Examinadora. Conhecimentos lingüísticos gerais e específicos relativos à produção de textos. Conhecimento gramatical de acordo com o padrão culto da língua. 2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3

3.

BIBLIOGRAFIA COSTA VAL, Maria da Graça. Repensando a Textualidade. in. AZEREDO, José Carlos de (ORG). Língua Portuguesa em Debate. 3. ED. Petrópolis: Vozes, 2002 P. 3450. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprenda a pensar. 25. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. 524 p. VIANA, Antônio Carlos (coord.) VALENÇA, Ana Maria Macedo et alli. Roteiro de redação; lendo e argumentando. São Paulo: Editora Scipione, 2001. ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

3.1 TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO: Organização e sociedade. As teorias administrativas e seus enfoques. Planejamento. Comunicação, tomada de decisão, poder e autoridade. Controle e coordenação. Sistemas organizacionais. Processos organizacionais. Desempenho organizacional. Estratégias organizacionais. A3 - 1/24

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3.2 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS: As organizações e a administração de recursos humanos. Liderança. O sistema de administração de recursos humanos. Recrutamento, seleção e enquadramento de pessoal. Cargos e salários. Programas de treinamento e desenvolvimento. Administração e acompanhamento do desempenho. 3.3 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA: Significado e objetivo da análise econômico-financeira. Análise das demonstrações financeiras. Administração do ativo e passivo circulante. Administração de ativos permanentes e investimento de capital. Planejamento financeiro. Orçamento: conceitos básicos, execução orçamentária e orçamento como instrumento de controle. Custos: conceitos básicos, classificação e utilização de custos para tomada de decisão. 3.4 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: Evolução, conceitos, funções e objetivos da administração de materiais. Padronização, normatização e qualidade. Previsão de consumo. Armazenamento de materiais. Noções básicas do processo de aquisição. Fontes de fornecimento. Administração patrimonial. Depreciação. 3.5 ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS: Dinâmica das Organizações. Produtividade e qualidade. Análise e cultura organizacional. Estrutura, estratégia, desempenho, processos organizacionais e ambiente externo. Motivação e liderança. Descentralização x centralização. Delegação. Sistemas de informações gerenciais. 3.6 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL: Regime Jurídico Único (Lei n. 8.112/1990). Processos de licitação (Lei n. 8.666/1993, Lei n. 10.520/2002, Decreto n. 5.450/2005). Contratos. Convênios. Orçamento Público (Lei nº 4.320/1964). Orçamento na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n. 101/2000). Administração Financeira Pública e Contabilidade Pública. 3.7 3.7.1 3.7.2 3.7.3 3.7.4 3.7.5 3.7.6 3.7.7

4.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. ______. Recursos Humanos – O Capital Humano das Organizações. Edição compacta. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2004. GIACOMONI, J. Orçamento público. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2007. GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley Bra, 2004. MARTINS, P. G.; ALT CAMPOS, P. R. Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. OLIVEIRA, D. P. R. de. Sistemas, organização e métodos – uma abordagem gerencial. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2006. WESTON, Fred.; BRIGHAN, E. Fundamentos da administração financeira. 10. ed. São Paulo: Makron Books, 2000. ANÁLISE DE SISTEMAS

4.1 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO: Introdução a aplicativos e a applets Java. Estruturas de Controle: if, if/else, while, for switch, do/while, break e continue. Métodos. Programação baseada em objetos. Programação orientada a objetos. Strings e Caracteres. Tratamento de exceções: blocos try/catch, finally. Multithreading: classe Thread, interface Runnable. Arquivos e Fluxos. Conectividade de banco de dados Java (JDBC). Servlets. Estrutura de dados: listas, pilhas, filas e árvores. Linguagem padrão ANSI: Estruturas de programas em C: comandos e funções-padrão utilizadas para construção de programas em C. Alocação dinâmica de memória; aritmética de ponteiros. 4.2 SISTEMAS OPERACIONAIS: Introdução ao hardware, software e sistemas operacionais: introdução aos sistemas operacionais; conceitos de hardware e software; processos e threads. Conceitos de processos: conceitos de thread; execução assíncrona concorrente; programação concorrente; deadlock e adiamento indefinido; escalonamento de processador. Memória real e virtual: organização e gerenciamento da memória virtual; organização da memória virtual; gerenciamento de A3 - 2/24

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Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

memória virtual. Armazenamento secundário, arquivos e bancos de dados: otimização do desempenho do disco; sistemas de arquivos e de bancos de dados. Desempenho, processadores e gerenciamento de multiprocessador: desempenho e projeto de processador; gerenciamento de multiprocessador. Computação em rede e distribuída: introdução às redes; introdução a sistemas distribuídos; sistemas distribuídos e serviços web. Segurança. Estudos de casos de sistemas operacionais: estudo de caso Linux; 21; estudo de caso Windows XP. 4.3 ENGENHARIA DE SOFTWARE: Conceitos de Engenharia de Software: processos de desenvolvimento de Software, conceitos de Gerência de Processos de Software, métricas de Processo e Projeto de Software, planejamento de Projeto de Software, análise e gestão de risco, garantia da Qualidade de Software. Engenharia de Software Orientada a Objetos: conceitos e princípios orientados a objetos. 4.4 BANCO DE DADOS: Modelo Entidade-Relacionamento, Modelo Relacional. Álgebra Relacional. Linguagem SQL: Regras de Integridade, Estrutura de Arquivos e Armazenamento, Indexação, Processamento de Consultas, Transação; Controle de Concorrência; Recuperação; Banco de dados Distribuídos; Data Warehouse. 4.5 REDES DE COMPUTADORES: Conceitos básicos. Protocolos. Modelo OSI, TCP/IP: camadas, endereçamento IP. Cabeamento: meios de transmissão, tipos. A arquitetura Ethernet. Equipamentos de redes: hubs, switches, roteadores. Segurança de redes. 4.6 4.6.1 4.6.2

4.6.4

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java. Como programar. 6. ed. Prentice Hall Brasil, 2006. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R. Sistemas operacionais. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software. 6. ed. São Paulo: Mc Graw Hill Interamericana do Brasil, 2006. TANENBAUM, Andrew S. Redes de computadores. 4. ed. São Paulo: Campus, 2003.

5.

ARQUITETURA

4.6.3

5.1 Urbanismo e Meio Ambiente, Planejamento Urbano e Regional. A Política Urbana e Regional. Teorias de Planejamento e Desenvolvimento Urbano e Regional. Planos de Desenvolvimento Urbano e Regional. Legislação Urbana - Código de Obras (Edifício), Plano Diretor, Uso e Parcelamento do Solo. Etapas de um Projeto de Arquitetura. Sistemas Elétricos. Sistemas HidroSanitário Predial. Noções de Redes Elétricas. Tecnologia da Construção. Processos construtivos tradicionais, novos e evoluídos. Obras de acabamento. Conforto Ambiental. Conforto Térmico e Lumínico. Tecnologias e Equipamentos de Iluminação; Projetos Eficientes de Iluminação. 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.4 5.2.5

6.

BIBLIOGRAFICA SUGERIDA ARTIGAS, Vilanova. Caminhos da Arquitetura. 4. ed. São Paulo: Cosac & Naify, 2004. CHAVES, Roberto. Manual do Construtor. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. CHOAY, Françoise. O Urbanismo. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005. FERRO, Sérgio. O canteiro e o desenho. 3. ed.São Paulo: Projeto Pro Editores, 2005. REIS FILHO, Nelson Goulart. Quadro da Arquitetura no Brasil. 10. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005. ARQUIVOLOGIA

6.1 CONCEITUAÇÃO: Arquivos: origem, histórico, finalidade, função, classificação, princípios, terminologia, arquivística, tipos de arquivamento, teoria das três idades, construção, instalação e equipamentos. Documentos: classificação (natureza, tipologia e suporte físico), características, correspondências (classificação, caracterização); órgãos de documentação, características dos acervos, teoria da informação, gerenciamento da informação, gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos, gestão eletrônica de documentos. A3 - 3/24

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6.2 LEGISLAÇÃO ARQUIVISTA: Política nacional de arquivos. Classificação, temporalidade e destinação de documentos de arquivo. Salvaguarda de documentos sigilosos. 6.3 GESTÃO DE DOCUMENTOS: Produção, utilização, destinação de documentos. Elaboração de códigos ou planos de classificação de documentos. Elaboração de tabelas de temporalidade, transferência e recolhimento, avaliação e seleção de documentos; eliminação; tratamento de arquivos especiais; política de acesso; preservação de documentos; conservação, restauração e microfilmagem. 6.4 ARQUIVOS CORRENTES: Protocolo: recebimento, classificação, registro, tramitação e expedição de documentos; sistema e métodos de arquivamento, operações de arquivamento, conservação, empréstimo e consulta dos documentos, transferência. Vantagens; requisitos para a construção; recebimento e conferência de documentos; tratamento, armazenamento, localização, recuperação, conservação e recolhimento dos documentos. 6.5 ARQUIVOS PERMANENTES: Funções, destinação: transferência e recolhimento de acervos; arranjo, descrição e publicação (tipos e elaboração de instrumentos de pesquisa); conservação; acesso. 6.6 PROJETOS ARQUIVÍSTICOS: Levantamento de dados, análise de dados coletados, planejamento, implantação e acompanhamento (introdução, diagnóstico, justificativa, objetivos, metodologia, orçamento dos recursos, programação de atividades, produtos finais). 6.7 6.7.1

6.7.5

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 21. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004. Conselho Internacional de Arquivos. ISAD(G): Norma Internacional de Descrição Arquivística. Adotada pelo Comitê de Normas de Descrição, Estocolmo, Suécia, 19-22 de setembro de 1999, versão final aprovada pelo CIA. 2. ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001. PAES, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997. RONDINELLI, Rosely Curi. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos. 4. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2005. Dicionário de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: CONARQ, 2006.

7.

BIBLIOTECONOMIA

6.7.2

6.7.3 6.7.4

7.1 A biblioteca no contexto das organizações. Funções gerenciais. Planejamento, organização, avaliação. Formação e desenvolvimento de coleções. Sistemas documentários. Organização de coleções. Representação descritiva e temática de documentos: conceituação, objetivos, processos, instrumentos e produtos. Automação dos processos de organização. Metadados. Serviços e produtos de bibliotecas. Referência. Circulação e reprodução de documentos. Gestão da informação e do conhecimento. Normalização de documentos: conceitos, objetivos, normas brasileiras. Busca e recuperação da Informação: fundamentos, estratégia de busca, busca em textos. Fontes de informação.Internet. 7.2 7.2.1 7.2.2 7.2.3 7.2.4

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ALMEIDA, M.C.B. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2005. FRANÇA, J. L. et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2007. LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. rev. ampl. atual. Brasília: Briquet de Lemos, 2004. MACIEL, A.C.; MENDONÇA, M.A.R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Inter-Ciência, 2006.

A3 - 4/24

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7.2.5

RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação bibliográficos: AACR2R em MARC21. 3. ed. Brasília: do autor, 2006.

8.

COMUNICAÇÃO SOCIAL / JORNALISMO

de

recursos

8.1 Conceitos de Jornalismo e Notícia. Técnicas de Reportagem e Entrevista. Técnicas de Redação Jornalística. Gêneros Jornalísticos. Jornalismo e Editoração. A Mídia Brasileira. Técnicas e Características do Telejornalismo. Jornalismo On Line. Fontes jornalísticas e relacionamento entre jornalistas e fontes. Teorias de Jornalismo (Agenda setting; newsmaking, gatekeeper e critérios de noticiabilidade ). Assessoria de imprensa:conceitos, planejamento, release, clipping. Jornalismo Empresarial. Ética jornalística. Jornalismo e as Novas tecnologias de Informação. Teorias de Comunicação. 8.2 8.2.1

8.2.5

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de Radiojornalismo: produção, ética e Internet. Rio de Janeiro: Campus, 2003. KOPPLIM, Elisa; FERARETTO, Luiz Artur. Assessoria de imprensa: teoria e prática. 4. ed. Porto Alegre: Sagra-DC Luzatto, 2001. LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2001. PATERNOSTRO, Vera Íris. O texto na TV: manual de telejornalismo. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. 8. ed. Lisboa: Editorial Presença, 2006.

9.

CIÊNCIAS CONTÁBEIS

8.2.2 8.2.3 8.2.4

9.1 CONTABILIDADE GERAL: Princípios Fundamentais de Contabilidade. Normas Brasileiras de Contabilidade. Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade.Estática Patrimonial. Procedimentos Contábeis Básicos: Contas; Plano de Contas; Manual de Contas, Elenco de Contas, Fatos, Lançamentos e Escrituração Contábil: Contas Patrimoniais e Contas de Resultado. Variações Patrimoniais: Receitas e Despesas. Regimes Contábeis: de Competência e de Caixa. Sociedades Comerciais. Operações com Mercadorias: aspectos contábeis, legais e societários. Escrituração de Operações típicas de Empresas. Apuração do Resultado do Exercício: elaboração, estruturação e classificação das demonstrações contábeis de acordo com a Lei 6.404/76, Lei 10.303/01 e de acordo com os Princípios e Normas editados pelo CFC. 9.2 TEORIA DA CONTABILIDADE: Contabilidade: objetivo, estrutura conceitual e evolução histórica da Contabilidade. Classificação das Teorias da Contabilidade: Teoria da Propriedade, Teoria da Entidade, Teoria de Direitos Residuais, Teoria Empresarial, Teoria de Fundo. Ativos e sua avaliação. Passivo: reconhecimento e registro, Teorias do Patrimônio, Evidenciação Contábil. 9.3 CONTABILIDADE AVANÇADA: Avaliação de Investimentos: Preço de Custo e Equivalência Patrimonial. Sociedades: Controladoras, Coligadas, Controladas, Controladas em Conjunto - JOINT VENTURES: constituição de Reservas, concentração, transformação e extinção de sociedades (fusão, cisão, incorporação). Reavaliação de Ativos. Consolidação das Demonstrações Contábeis. Grupos de sociedades. Demonstrações Contábeis: Definição, objetivo, base legal, Demonstrações de publicação obrigatória: Balanço Patrimonial - BP, Demonstração do Resultado do Exercício – DRE, Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados – DLPA, Demonstração das Mutações do Patrimônio Liquido – DMPL, Demonstrações das Origens e aplicações de Recursos – DOAR. 9.4 CONTABILIDADE DE CUSTOS: Introdução à Contabilidade de Custos. Princípios para Avaliação de Estoques. Custos para Decisão. Custos para Controle. Implantação de Sistema de Custos. Sistemas de Custeio: por absorção, custeio direto e ABC.

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9.5 AUDITORIA CONTÁBIL: Auditoria: conceito e aplicação contábil. Normas de Auditoria. Auditoria Interna e Auditoria Externa Independente. Condições para o Exercício da função de Auditor. Formas de Auditoria. Revisão dos Controles Internos. Planejamento da Auditoria: técnicas de auditoria, planejamento do trabalho, risco de auditoria. Papéis de Trabalho: finalidade, principais papéis de trabalho, organização, arquivo, responsabilidade. Auditoria do Disponível. Auditoria de Estoques e Auditoria de Investimentos Permanentes. 9.6 CONTABILIDADE PÚBLICA: Aspectos Gerais: Objetivo; Objeto; Campo de Aplicação e Regime Contábil. Orçamento Público: Conceito; Princípios; Ciclo Orçamentário; Créditos Orçamentários e Adicionais; Descentralização de Créditos; Classificação Funcional; Plano Plurianual (PPA); Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO); Lei Orçamentária Anual (LOA) e Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Estrutura da Administração Pública Federal: Administração Direta; Administração Indireta; Órgãos; Unidades Gestoras, Fundos Especiais e Gestões. Receita e Despesa Pública: Conceito; Critérios de Classificação e Estágios. Restos a Pagar. Suprimento de Fundos. Programação e Execução Financeira: Conceitos; Transferências Financeiras, Conta Única e Fontes de Recursos. Plano de Contas da Administração Federal: Classificação das Contas Contábeis em Classes e Grupos; Sistema Financeiro; Sistema Patrimonial; Sistema Orçamentário; Sistema de Compensação. Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI): Conceito Básico; Tabela de Eventos e Principais Documentos de Entrada de Dados. Balanços Públicos: Estrutura e Composição; Balanço Orçamentário; Balanço Financeiro; Balanço Patrimonial e Demonstração das Variações Patrimoniais. 9.7 CONTROLE INTERNO E EXTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: Sistema de Controle Interno dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário: Finalidades, Organização, Estrutura, Competências e Abrangência de Atuação. Técnicas de Controle: Auditoria. Fiscalização: Contábil, Financeira, Orçamentária, Operacional e Patrimonial no âmbito da Administração Pública Federal. Método da Amostragem. Normas Fundamentais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Sistema de Controle Externo: Tribunal de Contas e suas competências. 9.8 9.8.1

9.8.2

9.8.3 9.8.4 9.8.5

9.8.6

9.8.7

9.8.8 9.8.9

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 05 de outubro de 1988, com as alterações adotadas por todas as Emendas Constitucionais. 1988, atualizada. Brasil. Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, com alterações posteriores. Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal. Brasil. Decreto nº 3.589, de 6 de setembro de 2000, com alterações posteriores. Dispõe sobre o Sistema de Contabilidade Federal. Brasil. Decreto nº 3.591, de 6 de setembro de 2000, com alterações posteriores. Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Brasil. Lei nº 10.180, de 6 de fevereiro de 2001, com alterações posteriores. Organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal, de Administração Financeira Federal, de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Brasil. Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, com alterações posteriores. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão e dá outras providências. Brasil. Lei Complementar nº 8.666, de 21 de junho de 1993, com alterações posteriores. Institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências. CASTRO, Domingos P. de; GARCIA, Leice Maria. Contabilidade Pública no Governo Federal. São Paulo: Atlas, 2004. Conselho Federal de Contabilidade. Princípios Fundamentais de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2003. Conselho Federal de Contabilidade. Normas e Procedimentos de Auditoria. Brasília: CFC, 2003. A3 - 6/24

IE/EA EAOT 2008 9.8.10 9.8.11 9.8.12 9.8.13 9.8.14 9.8.15 9.8.16 9.8.17 9.8.18 9.8.19 9.8.20

10.

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Conselho Federal de Contabilidade. Resolução n.º 750, de 29 de dezembro de 1993, Dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade. Conselho Federal de Contabilidade. Resolução n.º 751, de 29 de dezembro de 1993, Dispõe sobre as Normas Brasileiras de Contabilidade. FIPECAFI, et al. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável também às demais sociedades. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007. FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade comercial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2004. KOHAMA, H. Contabilidade pública: teoria e prática. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2003. PERES JUNIOR, Hernandez; OLIVEIRA, Luis Martins de. Contabilidade avançada. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. SILVA, Lino Martins. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004. SCHMIDT, Paulo, et al. Introdução à Contabilidade Gerencial .São Paulo: Atlas, 2007. VICECONTI, Paulo E.V.; NEVES, Silvério das. Contabilidade de custos. 7. ed. São Paulo: Frase, 2003. EDUCAÇÃO FÍSICA

10.1 ANATOMIA - SISTEMAS MUSCULAR, ESQUELÉTICO E SUAS JUNTURAS: Considerações gerais sobre o esqueleto (funções, tipos e divisões). Músculos: conceito e características histológicas. Componentes anatômicos dos músculos estriados esqueléticos. Classificação dos músculos. Junturas: conceito e classificação. Membros inferiores e superiores: ossos, junturas, músculos e movimentos. Coluna vertebral: ossos, junturas e músculos do dorso. Tórax: junturas e tecidos moles da parede torácica. Abdômen: regiões e ações musculares. Pelve: pelve óssea e suas junturas. Sistema Nervoso: Conceito e divisão do sistema nervoso. Divisão anatômica. Sistema Nervoso Autônomo: conceito, organização geral e diferenças entre sistema nervoso simpático e parassimpático. 10.2 BIOMECÂNICA E CINESIOLOGIA: Cinética Linear e Angular. Cinemática Linear e Angular. Torque e Momentos de Força. Análise biomecânica qualitativa para melhorar a técnica e o treinamento. Sistema articular elementar: componentes, funcionamento e ativação. Sistema motor: adaptabilidade, organização, estratégias de movimento e adaptações agudas e crônicas. 10.3 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO - BIOENERGÉTICA DO EXERCÍCIO: Produção anaeróbia de ATP. Produção aeróbia de ATP. Produção aeróbia de ATP. Sistema ATP-PC. Ciclo de Krebs e cadeia de transporte de elétrons. Glicólise, Glicogenólise, Gliconeogênese e Lipólise: conceitos e participação no fornecimento de energia durante o exercício. Mensuração da utilização de energia durante o exercício. Gasto energético durante o repouso e durante o exercício. Conceito de MET e cálculo do custo energético do exercício. Eficiência mecânica: conceito e cálculo. Controle neuroendócrino do metabolismo. 10.4 CONTROLE NEUROMUSCULAR DO MOVIMENTO: Sistema muscular esquelético: estrutura do músculo esquelético; junção neuromuscular; contração muscular; tipos de fibra. Tipos de ação muscular. Força muscular: terminologia. Relações força/velocidade e potência/velocidade. Receptores musculares: fusos e otg (órgãos tendinosos de golgi). 10.5 ADAPTAÇÃO FISIOLÓGICAS AO TREINAMENTO: Princípios do treinamento esportivo. Treinamento da potência aeróbia: adaptações fisiológicas, aspectos musculares, cardiorrespiratórios e metabólicos. Treinamento da potência anaeróbia. Fundamentos do treinamento de força. Respostas neuromusculares ao Treinamento de Força. Hipertrofia muscular, integração da atividade neural e hipertrofia da fibra muscular. Adaptação anatômica, hipertrofia, força máxima. Força - treinamento durante diferentes fases: competição e transição. A3 - 7/24

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10.6 TREINAMENTO ESPORTIVO E CONDICIONAMENTO FÍSICO GERAL: Princípios científicos do treinamento esportivo. Estrutura de preparação do treinamento - periodização. Conceitos e aplicações das qualidades físicas no treinamento. Aspectos intervenientes sobre o desempenho físico: influência ambiental (termorregulação e desempenho); síndrome do excesso de treinamento (SET ou supertreinamento – over-trainning). Mecanismos de fadiga. 10.7 PRIMEIROS SOCORROS NO ESPORTE: Conceitos básicos de primeiros socorros. Anatomia e terminologia das lesões no esporte. Primeiros socorros para lesões específicas do Esporte: emergências circulatórias e respiratórias; lesões na cabeça e na coluna; doenças súbitas; problemas relacionados à temperatura, lesões musculoesqueléticas. 10.8 MEDIDAS E AVALIAÇÃO: Conceito de medidas e avaliação. Avaliação da composição corporal. Avaliação da força e da resistência muscular. Avaliação da flexibilidade. Avaliação da potência aeróbia máxima (capacidade cardiorespiratória). 10.9 10.9.1 10.9.2 10.9.3 10.9.4 10.9.5 10.9.6 10.9.7

11.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DANGELO, J.; FATTINI, C. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. ENOKA, R.M. Bases neuromecânicas da cinesiologia. 1. ed. São Paulo: Manole, 2000. FEGEL, M. Primeiros socorros no esporte. São Paulo: Manole, 2002. HEYWARD, V. H. Avaliação Física e Prescrição de Exercício. Técnicas Avançadas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. McARDLE, W.D.; KATCH, F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do Exercício - Energia, nutrição e desempenho humano. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. POWERS, S.K.; HOWLEY, E.T. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 5. ed. São Paulo: Manole, 2006. Wilmore, J.H.; COSTILL, D.L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. 2. ed. São Paulo: Manole, 2001. ENFERMAGEM

11.1 FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM: Decreto nº 94406 de 08/6/87,que regulamenta o exercício profissional da enfermagem no Brasil. Aspectos éticos no exercício da enfermagem de acordo com o código de deontologia da enfermagem. Formação e capacitação de enfermeiros e técnicos de enfermagem legislação vigente. Transplante de órgãos e a legislação vigente sobre doação e retirada de órgãos. Teorias de enfermagem e sua relação com a prática da assistência e cuidado de enfermagem. Sistema de Assistência de Enfermagem (SAE) e o Processo de Enfermagem. Técnicas básicas de Enfermagem (controle de sinais vitais, administração de medicamentos, higiene e conforto, segurança, cuidados com feridas, cuidados com alimentação e hidratação, cuidados com eliminações). 11.2 ADMINISTRAÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM: Teorias da administração aplicadas no gerenciamento da assistência de enfermagem. Organização, planejamento e gerenciamento dos Serviços de Enfermagem. O processo de comunicação na enfermagem. Avaliação de desempenho da equipe de enfermagem baseada no perfil profissional. Gerenciamento de recursos humanos da enfermagem: recrutamento e seleção baseada no perfil de cargo, treinamento e educação continuada. Administração de recursos materiais pela enfermagem e controle de custos. Auditoria no Serviço de Enfermagem e Programa de Qualidade Total. Supervisão liderança e trabalho em equipe. Dimensionamento de Pessoal da equipe de enfermagem. Processo para tomada de decisão. 11.3

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MÉDICO CIRÚRGICA AO ADULTO.

11.4 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CLÍNICA: Assistência de enfermagem ao indivíduo adulto em suas etapas de vida (adulto jovem, meia idade e idoso). Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas respiratórios (asma, pneumonias e DPBOC). Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas cardiovasculares (infarto, acidente vascular encefálico, arritmias, trombose). Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas infectocontagiosos A3 - 8/24

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(hepatite, AIDS, tuberculose, salmonelose). Assistência de enfermagem ao indivíduo com problema de controle dos níveis glicêmicos. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas renais (litíase, insuficiência renal aguda e crônica). Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas de eliminações urinária e intestinal. Assistência de enfermagem ao indivíduo com neoplasia. Assistência de enfermagem ao indivíduo com dor crônica e aguda. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas músculo esqueléticos. 11.5 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CIRÚRGICA: Assistência de enfermagem ao indivíduo no período perioperatório. Assistência de enfermagem ao indivíduo no controle de infecção pós-operatória. Assistência de enfermagem ao indivíduo na recuperação pós-operatória imediata. Assistência de enfermagem ao indivíduo com dor aguda. Assistência de enfermagem ao indivíduo com ferida operatória. Assistência de enfermagem ao indivíduo em pós-operatório de prótese de quadril. Assistência de enfermagem ao indivíduo com sondas e drenos. Assistência de enfermagem ao indivíduo pós vídeocirurgia. 11.6 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ÁREA MATERNO INFANTIL: (gestante e recém-nascido): Assistência de enfermagem relacionada à sexualidade humana. Assistência de enfermagem no controle de doenças sexualmente transmissíveis (DST). Assistência de enfermagem à mulher no período gestacional e as alterações físicas e emocionais decorrentes. Assistência de enfermagem no planejamento familiar. Assistência de enfermagem no acompanhamento pré-natal. Assistência de enfermagem no desenvolvimento fetal. Assistência de enfermagem ao recém nascido em sala de parto. Assistência de enfermagem durante o trabalho de parto e parto. Assistência de enfermagem no período puerperal. Assistência de enfermagem na adaptação dos pais ao recémnascido. Assistência de enfermagem à gestante de alto risco (diabete, hipertensão). Assistência de enfermagem ao recém nascido de alto risco. 11.7 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E ADOLESCENTE: Desenvolvimento da criança em suas etapas de vida. Aspectos emocionais da criança hospitalizada e família. Cuidado da criança no equilíbrio hidroeletrolítico. Cuidado da criança com problemas respiratórios. Cuidado da criança com problemas cardiovasculares. Cuidado da criança na prevenção de doenças geniturinárias. Cuidado da criança com problemas renais. Cuidado da criança na alimentação e desenvolvimento físico. Cuidado da criança em maus tratos e violência. Estatuto da Criança e do Adolescente. 11.8 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL: Papel do enfermeiro no contexto da Reforma Psiquiátrica. Papel do enfermeiro nos serviços substitutivos manicomial (CAPs). Etiologia dos transtornos mentais e exame físico em pacientes psiquiátricos. Cuidado de enfermagem ao cliente com dependência de drogas lícitas ou ilícitas. Cuidado de enfermagem ao cliente com risco de suicídio. Cuidado de enfermagem ao cliente com esquizofrenia, neuroses, psicoses e bipolar. Cuidado de enfermagem ao cliente com depressão. Cuidados de enfermagem no controle e administração de psicofármacos. Cuidado de enfermagem ao cliente com urgência e emergências psiquiátricas. 11.9 11.9.1 11.9.2

11.9.3 11.9.4 11.9.5 11.9.6

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ATKINSON, L. D.; Murray, M. E.. Fundamentos de enfermagem. Introdução ao Processo de Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. BRASIL. Decreto n. 94.406, de 8 de junho de 1987. Regulamenta a Lei n. 7.489, de 28 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício de enfermagem e dá outras providências. BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Enfermagem médico-cirúrgica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, v. 1 e 2. Conselho Federal de Enfermagem. Código de Deontologia da Enfermagem. Disponível em: www.portalcofen.gov.br Acesso em: 2007. CRANLEY, Mecca; ZIEGEL, Erna. Enfermagem Obstétrica. 8. ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1985. HOCKENBERRY, M. J.; WINKELSTEIN, M. L.; WILSON, David. Wong: Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 7. ed. Rio de Janeiro: Mosby, 2006. A3 - 9/24

IE/EA EAOT 2008 11.9.7

11.9.8 11.9.9 11.9.10 11.9.11

12.

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KAPLAN, H; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. Tradução de Dayse Batista. 9. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2007. KURCGANT, Paulina. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991. LOWDERMILK, D; PERRY, S.; BOBAK, I. O cuidado em enfermagem materna. 5. ed. Porto Alegre : Artmed, 2002. Legislação do Ministério da Saúde sobre a Reforma Psiquiátrica. Legislação do Ministério da Saúde sobre a criação dos CAPs e substitutivos manicomiais. ENGENHARIA CIVIL

12.1 CONTROLE ORÇAMENTAÇÃO E PLANEJAMENTO: Gerenciamento de projeto, controle de projetos, analise, planejamento de tempo, planejamento de custos, desempenho em projeto e obras, análise de riscos em projetos e obras, contratação de obras e serviços, planejamento do canteiro de obras, qualidade na construção informática de planejamento orçamentação e controle de projetos e obras. 12.2 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS: Conceitos fundamentais; principais propriedades dos materiais estruturais; metodização da solução dos problemas reais de verificação e dimensionamento das estruturas. Noções de elasticidade: estados elásticos de solicitação; análise das tensões e das deformações; tensões iniciais; tensões térmicas e próprias; trabalho de deformação; teoremas gerais do trabalho; limitação à solicitação dos materiais; fixação das tensões admissíveis. Barras solicitadas à tração e à compressão. Vigas: generalidades; efeitos do momento fletor; efeitos da força cortante; vigas de seção composta; vigas de materiais diferentes - seções mistas; centro de torção. Torção simples: generalidades; flambagem; estudo geral para o caso da seção reta constante; verificação da estabilidade e do dimensionamento. 12.3 ANÁLISE ESTRUTURAL: Conceitos fundamentais; condições de equilíbrio; graus de liberdade; esforços simples; cargas. Estudo das vigas isostáticas: equações fundamentais da estática; vigas biapoiadas; vigas engastadas e livres; vigas biapoiadas com balanço; vigas Gerber; vigas inclinadas. Pórticos isostáticos planos: pórticos simples; pórticos com barras curvas; pórticos compostos. Arcos triarticulados. Estudo das treliças isostáticas: introdução e classificação de treliças; solução por equilíbrios de nós; método de Ritter; introdução ao estudo das treliças espaciais. Grelhas isostáticas. Pórticos espaciais isostáticos. Estudo das cargas móveis em estruturas isostáticas: introdução; linhas de influência - definição; obtenção das linhas de influência para as estruturas isostáticas. Cálculo das deformações em estruturas isostáticas: aplicação do teorema dos trabalhos virtuais aos corpos elásticos; cálculo de deformações em vigas retas - processo de Mohr; Teoremas complementares: Betti, Maxwell, Castigliano e Muller-Breslau. O método das forças: introdução; grau de indeterminação estática; o mecanismo do método; aplicação em sistemas estruturais reticulados planos; traçado de diagramas de esforços solicitantes; estudo das linhas de influência em estruturas hiperestáticas; o teorema de Menabrea. Estruturas sobre apoios elásticos: apoios elásticos discretos; vigas sobre base elástica. O método dos deslocamentos: grau de indeterminação cinemática; o mecanismo do método; aplicações em sistemas estruturais reticulados planos. Introdução ao estudo dos cabos: considerações preliminares; cabos com carregamento distribuído segundo o vão; cabos com carregamento uniformemente distribuído segundo seu comprimento. 12.4 ESTRUTURAS: Fundamentos do projeto estrutural: segurança das estruturas; ações e cargas usuais em estruturas; combinação de cargas; Normas Técnicas Brasileiras (ABNT) correspondentes. Estruturas de madeira: características mecânicas das madeiras; elementos estruturais; ligações; dimensionamento; sistemas estruturais usuais em madeira. Estruturas metálicas: características mecânicas dos materiais metálicos; elementos estruturais; ligações; dimensionamento; sistemas estruturais usuais em estruturas metálicas. Estruturas em concreto armado: fundamentos do concreto armado; características mecânicas do concreto: o aço (características mecânicas do aço para concreto armado). As bases do dimensionamento: definição dos estados limites, métodos de cálculo; aderência, ancoragem e emendas de barras de armação. A3 - 10/24

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12.5 ESTRADAS: Topografia: princípios gerais; representação do relevo topográfico; escalas, instrumentos topográficos, medidas de distâncias e ângulos, desenhos de plantas e perfis, triangulação. O Anteprojeto: reconhecimento, estudos geológicos, geotécnicos e hidrológicos. O Projeto: traçado da diretriz, condições técnicas do traçado, escolha do traçado, projeto da diretriz em planta, elementos das curvas, concordância em plantas, visibilidade, projeto da diretriz em perfil, declividades, concordâncias em perfil, seções transversais. Noções de terraplanagem. Noções de pavimentação. Noções de drenagem. Obras de arte. 12.6 MECÂNICA DOS SOLOS: Rochas e solos: generalidades. Elementos constitutivos do solo; índices fundamentais; estrutura do solo; granulometria; teoria do densímetro; classificação dos solos; limites de consistência. Compactação e estabilização dos solos: permeabilidade; compressibilidade e consolidação. Distribuição de pressão nos solos: cisalhamento; estabilidade. Prospecção e amostragem. Ensaios de resistência de solos; tensões. Recalques nas fundações; provas de carga; fundações diretas e profundas; tipos e características das estacas. 12.7 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO: Materiais de uso corrente no campo de Engenharia Civil. Características tecnológicas, métodos de ensaios, especificações, normalizações. Madeiras, materiais metálicos, betuminosos, cerâmicos, alvenaria, argamassas, concreto: dosagem e controle tecnológico. 12.8 CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS: projeto e aspectos legais. Planejamento de uma obra de construção civil; estudos econômicos e financeiros de uma obra; especificação e orçamento; cronogramas; canteiro de obras; locação da obra. A construção: fundações, alvenarias, coberturas, instalações prediais hidráulicas, sanitárias e elétricas, revestimentos, pisos, pinturas, vidros, limpeza, entrega de uma obra. 12.9 12.9.1

12.9.13

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118. Projeto de estruturas de concreto - procedimento. ABNT, 2007. ______.NBR 5410. Instalações elétricas de baixa tensão. ABNT, 2004. ______.NBR 5626. Instalação predial de água fria. ABNT, 1998. ______.NBR 6122. Projeto e execução de fundações. ABNT, 1996. ______. NBR 14011. Projeto e execução de instalações prediais de água quente. ABNT, 1997. ______.NBR 8160. Sistemas prediais de esgoto sanitário - projeto e execução. ABNT, 1999. ______.NBR 8800. Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios (método dos estados limites). ABNT, 1997. ______.NBR 12655. Concreto de cimento Portland - Preparo, controle e recebimento. ABNT, 2006. ______.NBR 14931. Execução de estruturas de concreto - procedimento. ABNT, 2004. BAUER, L. A. Falcão. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001 e 1994, v. 1 e 2, respectivamente. LIMMER, Carl V. Planejamento, Orçamentação e Controle de Projetos e Obras. Rio de Janeiro: LTC, 1997. PINTO, Carlos de Souza. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. YAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. 8. ed. São Paulo: Pini, 2007.

13.

ENGENHARIA ELÉTRICA

12.9.2 12.9.3 12.9.4 12.9.5 12.9.6 12.9.7 12.9.8 12.9.9 12.9.10 12.9.11 12.9.12

13.1 MATEMÁTICA: Cálculo Diferencial e Integral, Geometria Analítica, Álgebra Linear, Cálculo Numérico. 13.2 FÍSICA: Forças, Movimento, Leis de Newton, Trabalho, Calor, Energia e Potência, Ótica, Luz, Ondas e Eletromagnetismo. 13.3

MECÂNICA: Estática, Dinâmica, Vibrações. A3 - 11/24

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13.4 MATERIAIS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS: Materiais Isolantes e Condutores, Semicondutores, Magnéticos. 13.5 ELETROTÉCNICA: Sistemas de Comando, Contatoras, Fiação, Esquemas Elétricos, Projeto de Instalações Elétricas Residenciais, Comerciais e Industriais, Normalização, Aterramento e Proteção Elétrica. Luminotécnica. 13.6 ELETROMAGNETISMO: Leis, Equação de Maxwell, Indutores, Circuitos Magnéticos, Acionamentos de Máquinas Elétricas. 13.7 CIRCUITOS ELÉTRICOS: Análise de Circuitos no Tempo e na Freqüência, Estabilidade e Síntese de Redes Ativas e Passivas. 13.8 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA E MÁQUINAS ELÉTRICAS: Transformadores, Conversão de Energia no Meio Magnético, Excitação, Máquinas de Corrente Alternada e Contínua, Máquinas Síncronas e de Indução em Regime Transitório e Permanente. 13.9 MÁQUINAS DE FLUXO: Propriedade dos Fluidos, Estática dos Fluidos, Equações de Bernoulli, Perda de Carga, Bombas, Turbinas, Cavitação. Sistemas de Potência – Transitórios, Sistemas em Regime Permanente, Sistemas não Equilibrados, Estabilidade, Proteção. Eletrônica – Resistores, Capacitores, Indutores, Semi-condutores, Análise de Circuitos Eletrônicos, Circuitos Integrados, Amplificadores Operacionais, Diagramas, Projetos de Circuitos. 13.10 13.10.1 13.10.2 13.10.3 13.10.4 13.10.5 13.10.6 13.10.7

14.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BOFFI, Luiz valente; SOBRAL JUNIOR, Manoel; DANGELO, José Carlos. Conversão Eletromecânica de Energia. São Paulo: Blücher, 1977. FITZGERALD, A. E.; UMANS, Stephen D.; KINGSLEY JR., Charles. Máquinas Elétricas. 6. São Paulo: Bookman, 2006. FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J.. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. Harbra, 1994. v. 1 e 2. NISKIER, Julio; MCINTYIRE, Archibald Joseph. Instalações Elétricas. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. POPOV, E. P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgar Blücher, 1978. VLACK, Lawrence H. Van. Princípios de Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgard Blücher, 1970. ENGENHARIA ELETRÔNICA

14.1 Matemática: Noções de Cálculo diferencial e integral, Cálculo Numérico e Programação: Números reais, funções e gráficos; limites e continuidade; derivada; e a integral definida; funções inversas, logarítmicas e exponenciais, funções trigonométricas inversas; funções hiperbólicas; teoria de números complexos; transformada de Laplace; Série e integral de Fourier; sucessões e séries; séries de Taylor e de Laurente; eliminação de Gauss; transformações lineares; matrizes; troca de base; projeções ortogonais e o método dos mínimos quadrados; determinantes; autovalores e autovetores; forma canônica de Jordan; problemas nos cálculos com matrizes; princípios gerais de informática; princípios gerais de concepção de programas; programação orientada a objeto; linguagens de programação; conhecimento básico do pacote MSOffice (Excel, Word, Power Point); Física Forças, Movimento, Leis de Newton, Trabalho, Calor, Energia e Potência, Ótica, Luz, Ondas e Eletromagnetismo. Mecânica Estática, Dinâmica, Vibrações. Resistência dos Materiais Tensões e Deformações, Cisalhamento, Torção, Flexão, Solicitações Compostas. Materiais Elétricos e Magnéticos Materiais Isolantes e Condutores, Semicondutores. Eletrotécnica Sistemas de Comando, Controle e Proteção, Fiação, Esquemas Elétricos, Projeto de Instalações Elétricas Industriais e de sistemas elétricos de potência Normalização, Aterramento e Noções de Proteção de equipamentos de Extra, Alta, Média e Baixa tensão. Luminotécnica. Eletromagnetismo Leis, Equação de Maxwell, Indutores, Circuitos Magnéticos, Acionamentos de Máquinas Elétricas. Circuitos Elétricos Análise de Circuitos no Tempo e na Freqüência, Estabilidade e Síntese de Redes Ativas e Passivas. Conversão A3 - 12/24

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Eletromecânica de Energia e Máquinas Elétricas Transformadores, Conversão de Energia no Meio Magnético, Excitação, Máquinas de Corrente Alternada e Contínua, Máquinas Síncronas e de Indução em Regime Transitório e Permanente. Perda de Carga, Bombas, Turbinas, Cavitação Sistemas de Potência Transitórios eletromagnéticos, Sistemas em Regime Permanente, Sistemas não Equilibrados, Curto-circuito clássico (trifásico e monofásico), componentes simétricas, parâmetros de linhas de transmissão, geradores e transformadores, Potências ativa, reativa e fator de potência, Estabilidade, controle e dinâmica de máquinas geradoras, Configuração de subestações, Desligamento e recomposição de cargas, Fluxo de potência ótimo, Curto-circuito, Dinâmica e controle de sistema de potência, Operação em tempo real de sistemas de potência, planejamento expansão e da operação, modelos de previsão espacial de demanda, técnicas de otimização, operação interligada de sistemas de potência, operação em ambiente desregulamentado. Sistemas de Controle - Representação de sistemas de controle por diagramas de blocos, Análise de sistemas de controle contínuos e discretos em regime permanente: precisão e sensibilidade, Estabilidade de sistemas de controle contínuos e discretos. Sistemas de comando, proteção e controle de Subestações, segurança em instalações energizadas. Curto-circuito; Fasores; Linhas de transmissão (características elétricas e mecânicas); Componentes simétricas; Valor por unidade; TP´s e TC´s. 14.2 14.2.1 14.2.2 14.2.3 14.2.4 14.2.5 14.2.6 14.2.7

14.2.8 14.2.9 14.2.10

15

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BARBI, Ivo. Eletrônica de Potência. Edição do Autor, 1998. CUNHA, Ivano J. Eletrotécnica: Auxiliar Técnico para Projetos e Manutenção Elétrica. São Paulo: Hemus, 1990. CRUZ, Eduardo; CHOUERI, Salomão. Eletrônica Aplicada. Ed. Érica, 2007. FOX, R. W.; MCDONALD, A. T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. HAYT JUNIOR, William H. Eletromagnetismo. 6. ed. Rio de janeiro: LTC, 2003. LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. Harbra, 1994. v. 1 e 2. MACEDO, Annita. Eletromagnetismo. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1988. NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos Elétricos. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. POPOV, E. P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgar Blücher, 1978. SCHMIDT, Walfredo. Materiais Elétricos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1979. v. 1 e 2. VLACK, Lawrence H. Van. Princípios de Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgard Blücher, 1970. ENGENHARIA MECÂNICA

15.1 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS: Conceitos fundamentais: elasticidade plana; lei de Hooke; centro de gravidade; momentos de inércia de superfícies; análise de tensões e deformações; círculo de Mohr; estados planos de tensão e deformação; tensões e deformações devidas a esforços normais; cortante, momento fletor e de torção; flambagem, noções elementares de trabalho e energia de deformação; propriedades mecânicas dos materiais; vigas carregadas transversalmente; e fadiga. 15.2 TERMODINÂMICA: Definições gerais e propriedades de substância pura: calor e trabalho; 1ª lei da Termodinâmica; 2ª lei da Termodinâmica; entropia, gases ideais, disponibilidade de energia e irreversibilidade; ciclos térmicos, ciclos de potência e refrigeração. Relações termodinâmicas fundamentais. 15.3 TECNOLOGIA MECÂNICA: Noções de tecnologia siderúrgica: produção do ferro e aço; aço-carbono; diagrama de equilíbrio, tecnologia dos tratamentos térmicos e termo-químicos; metalurgia do pó, tecnologia da soldagem; fundição em areia, em cascas, em moldes permanentes, etc; metrologia, ajustes e tolerâncias dimensionais, tolerância geométrica; rugosidade superficial e instrumentos de medidas; fundamentos do corte de metais; processos e máquinas de usinagem por corte: tornos, plainas, fresadoras, serras, rosqueadeiras, cortadores de engrenagem; processos e máquinas de usinagem por abrasão; conformação mecânica: estamparia, repuxamento, dobramento, A3 - 13/24

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forjamento, extensão; processos de acabamento e proteção superficial; máquinas e processos especiais de manufaturas; eletroerosão, usinagem química; tecnologia dos plásticos; ensaios não destrutivos; ensaios destrutivos; mecanismos de fadiga; e corrosão. 15.4 ELEMENTOS DE MÁQUINAS: Análise de tensões e deflexões; cargas variáveis e concentração de tensões; uniões por parafusos; uniões por meio de rebites; molas; colunas e parafusos de acionamento; tensões combinadas; eixos e árvores; chavetas e acoplamentos; elementos flexíveis; correias planas; trapezoidais (em V); polias, correntes e cabos de aço; engrenagens de dentes retos; engrenagens helicoidais; engrenagem cônica; parafusos-sem-fim e roda helicoidal; juntas soldadas; lubrificação; e mancais de rolamento e radiais. 15.5 MÁQUINA DE COMBUSTÃO INTERNA: Tipos de motores alternativos; cálculo dos ciclos; combustão e combustíveis; desempenho de motores alternativos; sistemas de alimentação, de refrigeração, de lubrificação e de ignição; e dinâmica dos motores e banco de ensaios. 15.6 DINÂMICA DAS MÁQUINAS: Mecanismos planos e barras articuladas; mecanismos especiais; forças em excêntricos; análise estática das forças e análise dinâmica das forças em mecanismos planos; análise dinâmica das forças em mecanismos especiais; e dinâmica do came. 15.7 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: Conceitos gerais sobre planejamento e organização industrial; generalidades sobre planejamento e controle da produção (PCP); controle de estoques; dimensionamento de estoques; estudos de tempos e movimentos; controle da produtividade; programação da produção; e sistemas. 15.8

GARANTIA DE QUALIDADE: Coletânea de normas, série NB9000 da ABNT.

15.9 TRANSFERÊNCIA DE CALOR: Fundamentos e mecanismos de transferência de calor. Processos de condução, convecção e radiação. Trocadores de calor. 15.10 15.10.1

15.10.2 15.10.3 15.10.4 15.10.5 15.10.6 15.10.7 15.10.8 15.10.9

16.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Associação Brasileira de Normas Técnicas. Coletânea de Normas: Série NB 9000, CB - 151/ABNT, MB 1722/ABNT, TB - 181/ABNT, TB - 198/ABNT, TB - 71/ABNT, EB - 1786/ABNT. CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia Mecânica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1986. v. 1, 2 e 3. JÚNIOR JOHNSTON, Russel; BEER, Ferdinand P. Resistências dos materiais. 3. ed. São Paulo: McGraw Hill, 1995. Incropera, P. Frank.; DAVID, P. Dewitt. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MONKS, Joseph G. Administração da produção. São Paulo: McGraw Hill, 1987. SHIGLEY, J.E.; MISCHKE, C.R.; BUDYBNAS, R.G. Projeto de Engenharia Mecânica. 7. ed. Bookman, 2005. SONNTAG, R.E.; BORGNAKKE, C.; GORDON, J.W. Fundamentos da termodinâmica. Edgard Blücher, 2003. S. A. Niemann, G. Elementos de Máquinas. Edgard Blücher, 1971. v. 1, 2 e 3. TAYLOR, Charles. Análise de Motores de combustão interna. São Paulo: Blücher, 2004. ENGENHARIA QUÍMICA

16.1 FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA QUÍMICA: Mecânica dos fluidos, equações de conservação de quantidade de movimento, energia e massa. Propriedades e Coeficientes de transporte, Balanço de energia mecânica. NPSH. Transferência de calor por condução, convecção e radiação, Trocadores contracorrente e paralelo. Caldeiras: capacidades, rendimento e produção de calor. Cálculos para fornos. Transferência de massa difusiva e convectiva. Leis da Termodinâmica. A3 - 14/24

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Propriedades termodinâmicas dos fluidos. Equilíbrio de fases e diagramas de equilíbrio. Equilíbrio de reações químicas. Cinética de reações. Reatores batelada e semi-batelada. Reatores contínuos de tanque agitado e tubular. Análise e projeto de reatores químicos. 16.2 OPERAÇÕES UNITÁRIAS: Equação de Bernoulli. Regimes de escoamento. Fator de atrito. Perda de carga em regime laminar e turbulento. Curvas de sistemas e curvas características de bombas. Processos de separação, condições de equilíbrio de fases. Vaporizadores, evaporadores, refervedores e torres de resfriamento. Aplicação dos fundamentos da Engenharia Química ao projeto de equipamentos. Principais operações e equipamentos industriais, operações em batelada e contínua, balanços de massa e energia para os diversos equipamentos. Análise de variáveis e dimensionamento de equipamentos. 16.3 PROCESSOS INDUSTRIAIS: Balanços materiais sem e com reação química em processos físicos, químicos e biológicos. Identificação e quantificação das correntes de processos. Identificação e determinação dos parâmetros de controle e das variáveis que interferem nos processos. Métodos analíticos utilizados em processos industriais. Balanços de massa e energia conjugados, em regime permanente e transiente. Unidades múltiplas, reciclo, by-pass, purga e conexão de diversas operações unitárias. Fluxogramas de processos com balanços de massa e energia e especificação de equipamentos. Combustão, combustíveis, poder calorífico e temperatura adiabática de chama. Formas de corrosão. Mecanismos básicos de corrosão. Corrosão associada a solicitações mecânicas. Ensaios de corrosão. Método para combate à corrosão. Revestimentos metálicos e não metálicos inorgânicos. Revestimentos orgânicos e tintas. 16.4 16.4.1 16.4.2 16.4.3 16.4.4 16.4.5 16.4.6 16.4.7

17.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA FELDER, R.M. & ROSSEAU, R.W. Elementary Principles of Chemical Processes. 3rd edition, John Wiley & Sons, 2005. FOUST, A.S.; CLUMP, C.W.; WENZEL, L.A. Princípios das Operações Unitárias. 2. ed. LTC, 1982. GENTIL, Vicente. Corrosão. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. PERRY, R.H.; GREEN, W.D. Perry's Chemical Engineers' Handbook. 8th edition, New York: McGraw-Hill,2007. SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. 7. ed. LTC, 2007. TREYBAL, R. E. Mass Transfer Operations. 3rd. edition, McGraw-Hill, 1980. WELTY, J.R., WICKS, C.E. and WILSON, R.E. Fundamentals of Momentum, Heat, and Mass Transfer, 3rd edition, John Wiley & Sons, 1984. ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES

17.1 Teoria dos circuitos: resistências, capacitores, indutores, associações, reatância capacitiva e indutiva, lei das malhas, lei dos nós, teorema de Thevenin e de Norton, cálculo de circuitos, transformada de Laplace, ressonância, função de transferência, filtros passivos; série e transformada de Fourier. Dispositivos semicondutores. Circuitos com semicondutores. Polarização, retificadores, fontes, regulação, amplificadores de áudio e de RF, fontes integradas, circuitos operacionais, circuitos com operacionais, função de transferência, pólos e zeros, realimentação, estabilidade, osciladores, filtros ativos, amostradores e retentores; funções lógicas, circuitos: somador; subtrator, decodificadores, multiplex, demultiplex, flip-flops, registradores e contadores, simplificação, integrados TTL e CMOS, memórias, conversores A/D e D/A; equipamento de medidas; propagação de ondas eletromagnéticas; ondas espaciais, troposféricas e ionosféricas, faixas de freqüências, antenas: tipos, ganhos, diretividade; linhas de transmissão, perdas no espaço livre, cálculo de lances em micro -ondas com visadas diretas; processos e circuitos de modulação: AM/DSB, AM/DSB/SC, AM/SSB, AM/VSB, FM, PM, PAM, PPM, PWM, ASK, FSK, PSK, QAM; transmissores e receptores de RF analógicos e digitais, sistemas de ondas portadoras, multiplexação: FDM, TDM, CDMA; teoria da amostragem; telefonia fixa: aparelho telefônico, interface de assinante, PCM/TDM, comutação telefônica, matriz de pontos cruzados (cross-point), topologia de uma rede telefônica; telefonia móvel celular: DIS-95 e GSM; Televisão: o sistema PAL; transmissão e recepção A3 - 15/24

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óptica: fibras ópticas, tipos, atenuação e dispersão em fibras, aplicações e características dos emissores e receptores de luz (LED, LASER, APD, PIN e PINFET), filtros ópticos, divisores de potência, atenuadores, amplificadores de potência óptica, moduladores,WDM, emendas de fibras,cálculo de uma lance óptico para transmissão de dados, equipamento de testes em redes ópticas; Hierarquia Digital Plesiócrona (PDH); Hierarquia Digital Síncrona (SDH); Modo de Transferência Assíncrona (ATM); transmissão por satélites; redes de dados sem fio (IEEE 802.11) 17.2 17.2.1 17.2.2 17.2.3 17.2.4 17.2.5 17.2.6 17.2.7 17.2.8

18.

BIBLIOGRAFICA SUGERIDA BARBI, Ivo. Eletrônica de Potência. Edição do Autor, 1998. GIBILISCO, Stan. Manual de Eletrônica e de Telecomunicações. Reichmann & Affonso, 2002. GOMES, Alcides Tadeu. Telecomunicações – Transmissão e Recepção. 21. ed. São Paulo: Érica, 2005. LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. Harbra, 1994. v. 1 e 2 PALLARES, Alberto Campos. Redes e Sistemas de Telecomunicações. Rio de Janeiro: Braspor, 2001. SOARES NETO, Vicente. Telecomunicações – Sistemas de Modulação. São Paulo: Érica, 2005. SOARES NETO, Vicente. Telecomunicações – Convergência de Redes e Serviços. São Paulo: Érica, 2003. VLACK, Lawrence H. Van. Princípios de Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgard Blücher, 1970. ESTATÍSTICA

18.1 ESTATÍSTICA GERAL: Conceitos básicos. Representação tabular e gráfica dos dados estatísticos. Distribuição de freqüências. Medidas de posição. Medida de dispersão. Medidas de assimetria e curtose. Elementos de probabilidade. Noções de amostragem. Estimação. Testes de hipóteses. Números índices. 18.2 CÁLCULO DE PROBABILIDADES: Métodos de enumeração. Variáveis aleatórias unidimensionais. Probabilidade. Variáveis aleatórias, função distribuição, função de probabilidade, função densidade de probabilidade. Esperança e momentos. Distribuição conjunta, condicional e independência. 18.3 INFERÊNCIA ESTATÍSTICA: Conceitos básicos. Suficiência. Propriedades dos estimadores pontuais. Métodos de estimação. Propriedades ótimas dos estimadores. Estimação paramétrica por intervalos. Testes de hipóteses. 18.4 ANÁLISE MULTIVARIADA: Álgebra matricial. Matrizes e vetores aleatórios. Geometria da amostra e amostragem aleatória. Distribuição normal multivariada. Inferência sobre o vetor de média. Regressão linear multivariada. Análise de componentes principais. Análise fatorial. Análise de correlação canônica. Análise discriminante. Análise de agrupamento. 18.5 TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM: Introdução à amostragem. Amostragem aleatória simples. Amostragem pelas proporções e porcentagens. Amostragem estratificada. Amostragem por índices. Amostragem sistemática. Estimativas pela regressão. Amostragem por conglomerados. Subamostragem. Dupla amostragem. 18.6 ANÁLISE DE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO: Medidas de correlação e suas provas de significância. Análise de regressão. Regressão linear simples. Análise de resíduos. Extensão do modelo linear para duas variáveis. Regressão linear múltipla. Intervalos de confiança e testes de hipóteses em regressão linear múltipla. Diagnóstico da regressão e medidas de adequacidade do modelo. Regressão polinomial. Seleção de variáveis e construção de modelo. Multicolinearidade. Validação dos modelos de regressão.

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18.7 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS: Elementos de processos estocásticos. Processos estocásticos usuais. Processos estocásticos estacionários. Momentos amostrais de processos estacionários. Densidade espectral de potência. 18.8 ANÁLISE DE DADOS DISCRETOS: Variáveis nominais e ordinais. Medidas de associação. Análise de tabelas multivariadas. Problemas de análise de dados nominais e ordinais. 18.9 18.9.1

18.9.4 18.9.5

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA CHARNET, R. et al. Análise de Modelos de Regressão Linear com Aplicações. Campinas: Editora da Unicamp,1999. FONSECA, J. S.; MARTINS, G.A. Curso de Estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996. MARTINS, Gilberto Andrade. Estatística Geral e Aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 1995. LEVIN, Jack. Estatística Aplicada às Ciências Humanas. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1985.

19.

FISIOTERAPIA

18.9.2 18.9.3

19.1 Fisiologia humana. Propedêutica Fisioterapêutica. Biomecânica. Tratamentos Fisioterapêuticos em casos não operatórios, pré-operatórios e pós-operatórios aplicados às disfunções: traumato-ortopédicas, pneumológicas, cardiológicas, vasculares periféricas, neurológicas, reumatológicas e dermatológicas. Tratamento fisioterapêutico nos pacientes críticos sob ventilação mecânica. Eletrotermofototerapia. Reabilitação no paciente amputado. Tratamento Fisioterapêutico nas lesões desportivas. Prevenção de lesões desportivas. Tratamento Fisioterapêutico em Pediatria. Tratamento Fisioterapêutico nas disfunções Ginecológicas. Fisioterapia da Gestação. Tratamento Fisioterapêutico no paciente idoso (Geriatria). 19.2 19.2.1 19.2.2 19.2.3 19.2.4 19.2.5 19.2.6 19.2.7 19.2.8 19.2.9

20.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA AIRES, Margarida. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. ECKMAN-LUNDY; Laurie. Neurociência: fundamentos para a reabilitação. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2004. HALL, Susan J. Biomecânica básica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn A. Exercícios terapêuticos – fundamentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, 2004. KITCHEN, Sheila. Eletroterapia: Prática baseada em evidências. 11. ed. São Paulo: Manole, 2003. MAGEE, David J. Avaliação musculoesquelética. 4. ed. São Paulo: Manole, 2005. PICKLES B.; COMPTON A.; COTT C.; SIMPSON, J.; VANDERVOORT, A. Fisioterapia na Terceira Idade. São Paulo: Livraria Santos Editora Ltda, 1998. SCANLAM, Graig; WILKINS, Robert; STOLLER, James K. Fundamentos de terapia respiratória de Egan. 7. ed. São Paulo: Manole, 2000. SIZÍNIO H.; XAVIER, R. Ortopedia e Traumatologia – Princípios e Prática. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. FONOAUDIOLOGIA

20.1 Desenvolvimento e aquisição de linguagem. Fisiologia da fonação: Processo de aquisição e produção dos sons da fala. Fisiologia da audição: patologias, exames audiológicos e próteses auditivas. Intervenção fonoaudiológica nos distúrbios da comunicação. Noções de Saúde Pública: planejamento e programas preventivos. Fonoaudiologia hospitalar. Trabalho em equipe multiprofissional. Programas fonoaudiológicos e triagem. Código de Ética Profissional. 20.2 20.2.1 20.2.2

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA CARVALLO, Renata Mota Mamede. Fonoaudiologia: Informação para a Formação. Guanabara Koogan. CASANOVA-PENA, J. Manual de Fonoaudiologia. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. A3 - 17/24

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20.2.7

DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia Aplicada à Fonoaudiologia. 2. ed. Guanabara Koogan, 2006. LOPES FILHO, Otacílio. Tratado de Fonoaudiologia. 2. ed. TECMEDD, 2005. MARCHESAN, Irene Queiroz. Fundamentos em Fonoaudiologia-Aspectos Clínicos da Motricidade Oral. 2. ed. Guanabara Koogan: 2005. MOTA, H. B. Terapia Fonoaudiológica para os Desvios Fonológicos. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. MUNHOZ, M.S.L. Audiologia Clínica. São Paulo: Ateneu, 2000.

21.

MAGISTÉRIO – LÍNGUA ESPANHOLA

20.2.4 20.2.5 20.2.6

21.1 Interpretação: Identificação do tema central e das diferentes idéias contidas nos textos. Estabelecimento de relações entre as diferentes partes nos textos. Identificação de enunciados que expressam lugar, tempo, modo, finalidade, causa condição, conseqüência e comparação. Estudo do vocabulário: significado de palavras e expressões num contexto. Semelhanças e diferenças de significados de palavras e expressões (falsos cognatos). Aspectos gramaticais/aplicação prática: flexão do nome, do pronome e do artigo. Substantivos (contáveis e não contáveis). Flexão do verbo. Significado através da utilização do tempo verbal e verbos auxiliares. Regência e concordância nominal/verbal. Preposições de tempo/lugar. Substantivos, adjetivos e verbos seguidos de preposição. Orações com relação de causa, conseqüência, tempo, modo, condição, concessão, comparação. Orações relativas. Pronomes interrogativos. Frases interrogativas. 21.2 21.2.1

21.2.7

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA UNIVERSIDAD ALCALA DE HENARES. Señas – Diccionario para la enseñanza de la lengua española para brasileños. 2. ed. São Paulo: Martin Fontes, 2002. ALVES, Adda-nari M.; ALVES, Angélica Mello. MUCHO – Español para brasileños. São Paulo: Moderna, 2000. ASSALI, Shirley Maia. Conjugação de verbos em espanhol. 2 ed. São Paulo: Editora Ática, 2001. FANJUL, Adrian Pablo (Org.). Gramática de Español Paso a Paso. São Paulo: Editora Santillana Brasil, 2005. FLAVIAN, Eugenia; FERNÁNDEZ,Gretel Eres. Minidicionário EspanholPortuguês/ Português-Espanhol. 18. ed. São Paulo: Editora Ática, 2006. MARTIN, Ivan Rodrigues. Espanhol - série Brasil. São Paulo: Editora Ática, 2003. volume único. MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileños. São Paulo: Saraiva, 1999.

22.

MAGISTÉRIO – LÍNGUA INGLESA

21.2.2 21.2.3 21.2.4 21.2.5 21.2.6

22.1 Interpretação: Identificação do tema central e das diferentes idéias contidas nos textos. Estabelecimento de relações entre as diferentes partes nos textos. Identificação de enunciados que expressam lugar, tempo, modo, finalidade, causa condição, conseqüência e comparação. Estudo do vocabulário: significado de palavras e expressões num contexto. Semelhanças e diferenças de significados de palavras e expressões (falsos cognatos). Aspectos gramaticais/aplicação prática: flexão do nome, do pronome e do artigo. Substantivos (contáveis e não contáveis). Flexão do verbo. Significado através da utilização do tempo verbal e verbos auxiliares. Regência e concordância verbal/nominal. Preposições de tempo/lugar. Substantivos, adjetivos e verbos seguidos de preposição. Orações com relação de causa, conseqüência, tempo, modo, condição, concessão, comparação. Orações relativas. Pronomes interrogativos. Frases interrogativas. 22.2 22.2.1 22.2.2

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA VALLANDRO, Leonel. Dicionário de Inglês-Português/Português-Inglês. 24. ed. São Paulo: Editora Globo, 2002. HORNBY, A. S. Oxford Advanced Learner’s Dictionay. 7 ed. Oxford University Press, 2005. A3 - 18/24

IE/EA EAOT 2008 22.2.3 22.2.4 22.2.5 22.2.6 22.2.7

23.

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MERRIAN-WEBSTER. Merrian Webster’s Dictionary and Thesaurus. MerrianWebster INC., 2006. LANDAU, SIDNEY I. Cambridge Dictionary of American English for Speakers of Portuguese. São Paulo: Martins Fontes Editora, 2005. BATSTONE, Rob. Grammar. São Paulo: Oxford University Press do Brasil LTDA.– ELT, 1999. Coleção Language Teaching: a scheme for teacher education. GREENBAUM, Sidney; WEINER, Edmund. The Oxford Reference Grammar. São Paulo: Oxford University Press do Brasil LTDA - ELT, 2000. TORRES, Nelson. Gramática prática da lingual inglesa: o inglês descomplicado. São Paulo: Editora Saraiva, 2000. NUTRIÇÃO

23.1 Princípios Nutricionais - Digestão, Absorção, Transporte e Excreção de Nutrientes; Nutrição no Ciclo da Vida - da Gestação ao Envelhecimento; Nutrição para a Manutenção da Saúde e Prevenção de Doenças; Patologia da Nutrição; Bases da Dietoterapia; Recomendações Nutricionais Adulto e Pediatria; Necessidades Nutricionais -Idosos, Adulto e Pediatria; Terapia Nutricional nas Enfermidades -Idosos, Adulto e Pediatria; Terapia Nutricional Enteral -Idosos, Adulto e Pediatria; Resolução 63 (Regulamento Técnico para a Terapia de Nutrição Enteral); Administração e Nutrição na Produção de Refeições Coletivas; Técnica Dietética;Tecnologia de Alimentos; Alimentação e Nutrição; Produção de Alimentos; Técnica Dietética;Microbiologia dos Alimentos; Toxicologia de Alimentos; Contaminações de Alimentos; Doenças Transmitidas por Alimentos; Controle de Qualidade; Higiene de Alimentos; Portaria nº 326, de 30 de julho de 1997 da ANVISA (aprova o Regulamento Técnico sobre "Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos"). Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). 23.2 23.2.1 23.2.2 23.2.3 23.2.4 23.2.5 23.2.6 23.2.7 23.2.8 23.2.9 23.2.10 23.2.11 23.2.12

24.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ANDRADE, Édira. Análise de Alimentos, uma visão química da Nutrição. São Paulo: Varela, 2006. ANVISA: www.anvisa.gov.br MURA, Joana D´ARC Pereira; SILVA, Sandra Maria Chemin Seabra. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007. CUPPARI, L. Nutrição: Nutrição clínica no adulto. 2. ed. São Paulo: Manole, 2005. EVANGELISTA, José. Alimentos: Um estudo Abrangente. Atheneu, 2000. FRANCO, B. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo: Atheneu, 1996. MAAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005. MIDIO, Antonio Flávio; MARTINS, Deolinda Izumida. Toxicologia de Alimentos. São Paulo: Varela, 2000. Nutrição em Pauta. www.nutricaoempauta.com.br. SILVA JÚNIOR, E. Manual de controle higiênico sanitário em alimentos. 6. ed. São Paulo: Varela, 2007. TEIXEIRA, S.; MILET, Z.; CARVALHO, J.; BISCONTINI, T. M. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 1998. WAITZBERG, Dan L. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS

24.1 A globalização da economia e as empresas. Organização de sistemas e métodos de qualidade. Metodologias para o desenvolvimento organizacional. Identificação e classificação de disfunções organizacionais. O lado humano da qualidade. Tipo e culturas organizacionais. Estruturas A3 - 19/24

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Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

organizacionais básicas. Estruturas organizacionais inovativas. Estruturas para a qualidade e reengenharia de processos. *Item excluído pela Portaria DEPENS Nº 199-T/DE-2, de 17 de agosto de 2007. 24.2 24.2.1 24.2.2 24.2.3 24.2.4 24.2.5 24.2.6 24.2.7

25.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ARAUJO, Luis César G. de. Organização, Sistemas e Métodos – e as Técnicas de Gestão Organizacional. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. CHINELATO FILHO, J. O&M Integrado à Informática. 12. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2004. CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização & Métodos: Estudo Integrado das Novas Tecnologias de Informação. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações Gerenciais: Tecnologias da Informação e a Empresa do Século XXI. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003. D’ASCENÇÃO, Luiz Carlos M. Organização, Sistemas e Métodos: Análise, Redesenho e Informatização de Processos Administrativos. São Paulo: Atlas, 2001. OLIVEIRA, D. P. Sistemas, Organização & Métodos: Uma Abordagem Gerencial. São Paulo: Atlas, 1998. TAKESHY, T.; SCAICO, O. Organização Flexível: Qualidade na Gestão por Processos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. PEDAGOGIA

25.1 História da Educação; Teoria e Prática da Educação; Conhecimentos PolíticoPedagógicos: função social e política da escola: perspectiva crítica e perspectiva neoliberal; Gestão democrática e autonomia na organização do trabalho escolar; Colegiados escolares; Projetos políticopedagógicos; a educação básica no Brasil: acesso; Permanência; Inclusão e fracasso escolar; a organização da educação básica: LDB Lei Federal nº 9394/96; Princípios e fins da educação nacional; Diretrizes curriculares para o ensino fundamental e para a educação infantil; Parâmetros curriculares nacionais; Conhecimentos da Prática de Ensino: processos e conteúdos do ensino e da aprendizagem; Conhecimento na escola; A organização do tempo e do espaço e a avaliação escolar; Projetos de trabalho e a interdisciplinaridade; Cotidiano escolar: relações de poder na escola; Currículo e cultura; Tendências pedagógicas na prática escolar.

25.2.7

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA COLL, César. Aprendizagem escolar e a construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 1994. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover. 7. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005. LUCHESI, C. C. Avaliação da Aprendizagem Escolar, estudos e proposições. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2006. PERRENOUP, Phillipe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: ARTMED, 2000. PIAGET, JEAN. Seis Estudos de Psicologia. 24. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino e aprendizagem e projeto político pedagógico. 16. ed. Libertad, 2006. VIGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. 3. ed. Martins Fontes, 2005.

26.

PSICOLOGIA

25.2 25.2.1 25.2.2 25.2.3 25.2.4 25.2.5 25.2.6

26.1 PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO: Responsabilidade do Psicólogo. Procedimentos aplicados à atuação profissional. 26.2 PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: Psicologia Organizacional: definição e campo de atuação. Análise do Trabalho. Recrutamento e seleção. Treinamento e Desenvolvimento de pessoal. Atuação e Desempenho. Desenvolvimento Organizacional. Motivação, satisfação, comprometimento e comportamento no trabalho. Saúde e segurança. Contexto social do trabalho. A3 - 20/24

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

26.3 PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO: Origem, evolução e concepções atuais. Objetos, conteúdos e âmbitos de atividade. O desenvolvimento humano e a educação: contribuições de Piaget. As práticas educativas e os contextos de desenvolvimento. A atuação do psicólogo na escola. 26.4

PSICOLOGIA DA PERSONALIDADE: Freud e Psicanálise.

26.5

PSICOLOGIA CLÍNICA: Principais transtornos psicopatológicos.

26.6 26.6.1

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução CFP Nº 002/87 de 15 de agosto de 1987. www.pol.org.br 26.6.1 CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução CFP Nº 010/05 de 21 de julho de 2005. www.pol.org.br *Alteração realizada pela Portaria DEPENS Nº 199-T/DE-2, de 17 de agosto de 2007. 26.6.2 BERGERET, Jean. Psicopatologia: teoria e clinica. Porto Alegre: Artmed, 2006. 26.6.3 DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e Semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2000. 26.6.4 DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma. Psicologia na Educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 26.6.5 FADIMAN, James; FRAGER, Robert. Teorias da personalidade. São Paulo: Harbra, 1986. 26.6.6 SANTOS, Adalberto Afonso Lima dos. et al. Psicologia Organizacional: teoria, pesquisa e temas correlatos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. 26.6.7 ZIMERMAN, David. Vocabulário contemporâneo de psicanálise. Porto Alegre: Artmed, 2001. 27. RELAÇÕES PÚBLICAS 27.1 Teoria da Comunicação. Papel social da comunicação. Comunicação, conceitos, paradigmas, principais teorias. A indústria cultural e a teoria crítica. Novas tendências da pesquisa sobre os mass media. Novas tecnologias e a globalização da informação. Massificação versus segmentação dos públicos. Interatividade na comunicação. Planejamento de Relações Públicas. Diagnóstico (Oportunidades e Ameaças). Seleção e Segmentação de Públicos-Alvo. Estabelecimento de Objetivos. Estratégias e Resultados Esperados. Seleção de Instrumentos. Aferição de Resultados. Elaboração de Projetos de Relações Públicas. Etapas. Cronograma. Metas. Indicadores de Resultado Marketing de Relacionamento. Endomarketing. Campanhas e Veículos Internos. Programas de Incentivo. Projetos de Integração. Técnicas de Redação. Organização de Eventos. Cerimonial. Pesquisa de Mercado. Opinião pública: pesquisa, estudo e análise em busca de canais de interação com cada público específico. Marketing institucional: prevenção, formação, manutenção e reação no contexto da sociedade. Legislação em Comunicação Social: Constituição Federal; Código de Ética do Profissional de Relações Públicas. Novas tecnologias de comunicação: a vida digital. Poder e ética da comunicação: abrangência e limites do jornalismo, da propaganda e das relações públicas. Poder e ética das mídias, instituições e sujeitos. Técnicas de Relações Públicas: planejamento, organização de eventos e assessoria de imprensa. Potência e tipologia dos eventos. Opinião pública e público alvo. Normas de cerimonial e protocolo. Ordem de precedência. Comunicação institucional, marketing, endomarketing, marketing institucional. Técnicas de elaboração de projetos de pesquisa. Constituição do diagnóstico institucional. Atendimento ao público. Marketing de relacionamento. 27.2 27.2.1 27.2.2 27.2.3 27.2.4 27.2.5 27.2.6

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ANDRADE, Candido Teobaldo de Souza Andrade. Para Entender Relações Públicas. 3. ed. Loyola, 2001. BARBOSA, G.: RABAÇA, C.A. Dicionário de Comunicação. Campus, 2001. CESCA, Cleusa G. Gimenes. Organização de Eventos. 8. ed. São Paulo: Summus Editorial, 1997. FORTES, Waldyr Gutierrez. Relações Públicas: Processos, Funções, Tecnologia e Estratégias. Summus, 2003. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios do Marketing. 9. ed. Prentice-Hall, 2003. MATTERLART, Armand e Michelle. História das teorias da comunicação. Loyola, 1999. A3 - 21/24

IE/EA EAOT 2008 27.2.7

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

27.2.11

MAFEI, Maristela. Assessoria de Imprensa: Como se relacionar com a Mídia. Contexto, 2004. NUNES, Marina Martinez. Redação em Relações públicas. Porto Alegre: SagraLuzzatto, 1995. PENTEADO, José Roberto Whitaker. A técnica da comunicação humana. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1969. TORQUATO, Gaudêncio. Comunicação Empresarial - comunicação institucional. 5. ed. Summus, 1986. WEY, Hebe. O Processo de Relações Públicas. 4. ed. Summus, 1986.

28.

SERVIÇOS JURÍDICOS

27.2.8 27.2.9 27.2.10

28.1 DIREITO CIVIL: Lei de Introdução ao Código Civil. Das Pessoas: Das Pessoas Naturais, Das Pessoas Jurídicas, Do Domicílio. Dos Bens: Das Diferentes Classes de Bens. Dos Fatos Jurídicos: Do Negócio Jurídico, Dos Atos Jurídicos Lícitos, Dos Atos Lícitos, Da Prescrição e Da Decadência, Da Prova. Do Direito das Obrigações: Das Modalidades das Obrigações: Da Transmissão das Obrigações, Do Adimplemento e Extinção das Obrigações, Do Inadimplemento das Obrigações, Dos Contratos em Geral, Das Várias Espécies de Contrato, Dos Atos Unilaterais, Dos Títulos de Crédito, Da Responsabilidade Civil, Das Preferências e Privilégios Creditórios. Do Direito de Empresa: Do Empresário, Da Sociedade, Do Estabelecimento, Dos Institutos Complementares. Do Direito das Coisas: Da Posse, Dos Direitos Reais, Da Propriedade, Da Superfície, Das Servidões, Do Usufruto, Do Uso, Da Habitação, Do Direito do Promitente Comprador, Do Penhor, Da Hipoteca e Da Anticrese. Do Direito de Família: Do Direito Pessoal, Do Direito Patrimonial, Da União Estável, Da Tutela e Da Curatela. Das Sucessões: Da Sucessão em Geral, Da Sucessão Legítima, Da Sucessão Testamentária, Do Inventário e Da Partilha. 28.2 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS DIREITO PROCESSUAL CIVIL PROCESSO DE CONHECIMENTO: Da jurisdição. Da ação. Das partes e Dos procuradores, Do Ministério Público, Dos Órgãos Judiciários. Dos Auxiliares da Justiça. Dos Atos Processuais: Da Formação, Suspensão e Extinção do Processo; Do Processo e Do Procedimento; Do Procedimento Ordinário; Do processo nos tribunais. Dos recursos. 28.3 DO PROCESSO DE EXECUÇÃO: Da Execução em Geral. Das Diversas Espécies de Execução. Dos Embargos do Devedor. Da Execução por Quantia Certa contra Devedor Insolvente. Da Remição. Da Suspensão e Extinção da Execução. 28.4

DO PROCESSO CAUTELAR: Das medidas cautelares.

28.5 DOS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS: Dos Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa. Dos Procedimentos Especiais de Jurisdição Voluntária. Juizado Especial Cível (Lei nº 9.099/95). Juizado Especial Federal (Lei nº 10.259/01). 28.6 DIREITO ADMINISTRATIVO: Administração Pública. Administração Pública e governo: aspecto objetivo e subjetivo. O Regime Jurídico-Administrativo. Regime público e privado na Administração Pública. Regime Jurídico-Administrativo. Princípios da Administração Pública e Poderes da Administração. Serviços Públicos. Conceito, elementos de definição, princípios e classificação. Servidor Público: Agentes públicos, classificação, normas constitucionais sobre o servidor público. Poder de Polícia: Evolução, conceito. Polícia Administrativa e Judiciária: meios de atuação, características, limites. Restrições do Estado sobre a propriedade privada: Modalidades; fundamento; função social da propriedade; Limitações administrativas; Ocupação temporária; Requisição administrativa; tombamento; servidão administrativa; desapropriação. Atos Administrativos: Fatos da administração. Atos da administração: conceito. Ato administrativo e produção de efeitos jurídicos. Atributos, Elementos, Discricionariedade e vinculação. Classificação, Atos Administrativos em espécie: Quanto ao conteúdo e quanto à forma; extinção; revogação. Contrato Administrativo. Contratos da administração: O contrato administrativo como espécie do gênero contrato; Distinção entre contrato administrativo e contrato de direito privado; Características dos contratos administrativos; Rescisão do contrato administrativo; Modalidades de contratos administrativos; Contrato de gestão; Convênio; Consórcio administrativo. Licitação (Lei nº 8.666/93 e suas posteriores modificações). Administração indireta. Entidades paraestatais e terceiro setor. Órgãos A3 - 22/24

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

Públicos. Servidores públicos. Processo administrativo. Responsabilidade extracontratual do Estado. Bens públicos. Controle da Administração Pública. Improbidade Administrativa. 28.7 DIREITO CONSTITUCIONAL: O Direito Constitucional Positivo Brasileiro. Histórico das Constituições Brasileiras. A Constituição Atual. Dos Princípios Fundamentais. Dos Direitos e Garantias Fundamentais. Da Organização do Estado. Da Organização dos Poderes: Do Poder Legislativo. Do Poder Executivo. Do Poder Judiciário. Funções Essenciais à Justiça. Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas. Da Tributação e do Orçamento. A Ordem Econômica e Financeira. Da Ordem Social. Das Disposições Constitucionais Gerais. Ato das Disposições Gerais Transitórias. 28.8 28.8.1 28.8.2 28.8.3 28.8.4 28.9 28.9.1 28.9.2 28.9.3 28.9.4 28.10 28.10.1 28.10.2 28.10.3 28.10.4 28.11 28.11.1 28.11.2 28.11.3

29.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DE DIREITO CIVIL Código Civil Brasileiro – Lei nº 10.406/02. 58. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. DIAS, Maria Berenice. Manual de Direito das Famílias. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. FIÚZA, César. Direito Civil – Curso Completo. 9. ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2006. NERY JUNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade. Código Civil Comentado. 5. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL ASSIS, Araken de. Manual da Execução. 11. ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2007. Código de Processo Civil. 37. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. NERY JUNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil Comentado. 9. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de direito processual civil. 44. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DE DIREITO ADMINISTRATIVO BRASIL. Lei nº8.666/1993 (Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências). DI PIETRO, Maria Sylva Zanella. Direito Administrativo. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2003. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 33. ed. São Paulo: Malheiros Editores Ltda, 2007. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 22. ed. São Paulo: Malheiros Editores Ltda, 2007. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DE DIREITO CONSTITUCIONAL BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal. (atualizada). NERY JUNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de A. Constituição Federal Comentada. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2006. SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 28. ed. São Paulo: Malheiros, 2007. SERVIÇO SOCIAL

29.1 Serviço Social na contemporaneidade: dimensões históricas, teórico-metodológicas e ético-políticas no contexto atual do serviço social. Serviço Social e família: diversidade emultiplicidade dos arranjos familiares e direitos geracionais. O Serviço Social no Processo de reprodução de Relações Sociais. Planejamento em Serviço Social: alternativas metodológicas de processos de planejamento, monitoramento e avaliação – formulação de programas, projetos e planos; processo de trabalho do Assistente Social. SUAS (Sistema Único de Assistência Social); LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social); Código de Ética Profissional do Assistente Social; Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social e o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). 29.2 29.2.1

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BAPTISTA, Myrian. Planejamento Social: intencionalidade e instrumentação. São Paulo: Veras, 2000. A3 - 23/24

IE/EA EAOT 2008 29.2.2

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

29.2.13

BRASIL. Lei nº 10.741, de 2003. Estatuto do Idoso. Diário Oficial (da República Federativa do Brasil), Brasília, DF, 2003. __________. Lei 8.742 de 07/12/1993. Lei Orgânica da Assistência Social. (LOAS). __________. Lei n 8069, de 13/07/1990. Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social. __________. Lei n 8069, de 13/07/1990. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Código de Ética Profissional do Assistente Social - Resolução CFESS n 273/93 de 13/03/1993. FALEIROS, V. P. Saber profissional e poder institucional. 7. ed. São Paulo: Cortez. IAMAMOTTO, M. V. O Serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 12. ed. São Paulo: Cortez. __________. Relações Sociais e Serviço Social no Brasil. 21. ed. São Paulo: Cortez. __________. Renovação e Conservadorismo no Serviço Social – Ensaios críticos. 9. ed. São Paulo: Cortez. KALOUSTIAN, S. M. (Org.) Família brasileira: a base de tudo. 7. ed. São Paulo: Cortez. SPOSATI, A. de O., et al. Assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2003. Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

30.

TERAPIA OCUPACIONAL

29.2.3 29.2.4 29.2.5 29.2.6 29.2.7 29.2.8 29.2.9 29.2.10 29.2.11 29.2.12

30.1 História e fundamentos da Terapia Ocupacional, princípios e prática; Estruturas de referência da terapia ocupacional, Modelos e teorias da Terapia Ocupacional; Terapia Ocupacional aplicada a avaliação e tratamento das diferentes patologias da área física (neuro-ortopedia) que podem acometer o ser humano em suas etapas de vida: infância, adolescência, vida adulta e velhice. Avaliação, prescrição e confecção de recursos da tecnologia assistiva: órteses de MMSS, adaptações de ambiente, mobiliário, cadeira de rodas e utensílios para AVD e AVP. Terapia Ocupacional aplicada a avaliação e tratamento das questões de saúde do trabalhador, saúde mental e das diferentes patologias da área psíquica que podem acometer o ser humano em suas etapas de vida: infância, adolescência, vida adulta e velhice. Atividade de vida diária (AVD) e Atividade de vida prática (AVP) Processos grupais em Terapia Ocupacional. 30.2 30.2.1 30.2.2 30.2.3 30.2.4 30.2.5 30.2.6

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DE CARLO, Marysia do Prado; BARTALOTTI, Celina C. Terapia Ocupacional no Brasil: fundamentos e perspectivas. 2. ed. São Paulo: Plexus, 2001. HAGEDORN, Rosemary. Fundamentos para a prática em terapia ocupacional. 3. ed. São Paulo: Roca, 2003. LANCMAN, Selma. Saúde, trabalho e Terapia Ocupacional. São Paulo: Roca, 2004. MAXIMINO, V.S. Grupos de atividades com pacientes psicóticos. São José dos Campos: UNIVAP, 2001. NEISTADT, Maureen; CREPEAU, Elizabeth Blesedell. Terapia Ocupacional. 9. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. TROMBLY, Catherine A.; RADOMSKI, Mary Vining. Terapia Ocupacional para disfunções físicas. 5. ed. São Paulo: Santos, 2005.

A3 - 24/24

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 4 REQUISITOS PARA INSPEÇÃO DE SAÚDE

1

REQUISITOS MÍNINOS DE ESTATURA E PESO

1.1

ESTATURA

1.1.1 O Inspecionando pelas Juntas de Saúde (JS) iniciais, candidato(a) ao Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica (EA-EAOT 2008), deverá apresentar estatura mínima de 1,55, se do sexo feminino e 1,60 m, se do sexo masculino. 1.2

PESO

1.2.1 São estruturados com base no índice de massa corpórea e de acordo com a tabela da Organização Mundial de Saúde (OMS), que utiliza a seguinte classificação: CLASSIFICAÇÃO MAGREZA NORMAL SOBREPESO OBESIDADE GRAU 1 OBSESIDADE GRAU 2 OBESIDADE GRAU 3

IMC < 18,5 18,5 a 24,9 25 a 29,9 30 a 34,9 35 a 39,9 ≥ 40

OBS: Os valores de IMC não dependem de idade e são iguais para ambos os sexos. 1.2.2 Nas Inspeções de Saúde Iniciais serão considerados como “INCAPAZES PARA O FIM A QUE SE DESTINAM”, os candidatos que obtiverem os valores de IMC menores que 18,5, caracterizando a magreza, e maiores que 24,9, caracterizando o sobrepeso e os diversos graus de obesidade. 1.2.2.1 Os inspecionandos incapacitados nas Inspeções de Saúde Iniciais, de acordo com as normas estabelecidas nos editais dos concursos, poderão realizar inspeções de saúde em grau de recurso, podendo ser solicitados pareceres especializados e, em casos de dúvidas, serem realizados exames, tais como a Bioimpedância. 2

REQUISITOS CARDIOCIRCULATÓRIOS

2.1

Candidatos com idade até 35 (trinta e cinco) anos: a) pressão arterial em decúbito dorsal até 140 mmHg (cento e quarenta) de sistólica por até 90 mmHg (noventa) de diastólica; b) exame físico do aparelho cardiovascular normal; c) eletrocardiograma de repouso normal; d) exame radiológico do tórax sem anormalidades; e e) ausência de doenças cardiovasculares incapacitantes, de acordo com a IRIS.

2.2

Candidatos com idade acima de 35 (trinta e cinco) anos: a) pressão arterial em decúbito dorsal, até 145 mmHg (cento e quarenta e cinco) de sistólica por até 95 mmHg (noventa e cinco) de diastólica, desde que, após esforço físico, a pressão diastólica se apresente em níveis iguais ou inferiores a 90 mm (noventa) de mercúrio;

A4 - 1/3

IE/EA EAOT 2008 b) c) d) e) f) g) 3

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

exame físico do aparelho cardiovascular normal; eletrocardiograma de repouso normal; abreugrafia ou telerradiografia de tórax em PA sem anormalidades; lipidograma normal; teste ergométrico normal; e ausência de doenças cardiovasculares incapacitantes, de acordo com a IRIS.

REQUISITOS VISUAIS Nº 3

3.1 Acuidade visual a 06 (seis) metros – visão igual a 0,1 (20/200), em cada olho, separadamente, sem correção, desde que, com o uso de lentes corretoras atinja visão igual a 0,66 (20/30), no mínimo, em cada olho, separadamente. 3.2 Acuidade visual a 35 (trinta e cinco) centímetros – J-4, em cada olho, separadamente, sem correção e J-1 com correção. 3.3 cardinais.

Motilidade ocular extrínseca – excursões oculares normais nas 8 (oito) posições

3.4

Campo visual – normal, pesquisado em relação ao campo visual do examinador.

3.5 Senso cromático – pesquisado através das pranchas pseudo-isocromáticas. Ocorrendo mais de 08 interpretações incorretas o inspecionando poderá qualificar-se, desde que reconheça, com facilidade, as cores VERMELHA, VERDE, AZUL, ÂMBAR E BRANCA, utilizadas em aviação. 3.6

Oftalmotônus – normal, entre 10 e 20 mm/hg.

4

REQUISITOS AUDITIVOS Nº 2

4.1 Audibilidade com perda tolerável de até 35db (trinta e cinco decibéis) ISO nas freqüências de 500 (quinhentos) a 2.000 (dois mil) ciclos/segundo. 4.2 Audibilidade para voz cochichada a 5 (cinco) metros em ambos os ouvidos. 5

REQUISITOS ODONTOLÓGICOS Nº 1

5.1 Presença de todos os dentes anteriores naturais, incisivos e caninos, tolerando-se próteses que satisfaçam à estética e à função. 5.2 Presença de, no mínimo, 04 (quatro) molares naturais, 01 (um) em cada hemi-arcada. Os espaços existentes, em decorrência de ausências de molares e/ou pré-molares, deverão estar ocupados por próteses que satisfaçam à estética e função. 5.3 Ausência de cáries. 5.4 Ausência de moléstias periodontais evidenciáveis ao exame visual. 5.5 Ausência de afecções periapicais constatadas visualmente, ou evidenciadas em exames radiográficos de dentes suspeitos. 5.6 Ausência de má-oclusões do tipo classe II severa e classe III de Angle, tipo óssea. 6

REQUISITOS NEUROLÓGICOS

6.1

Serão considerados aptos os inspecionandos com: a) história familiar livre de afecções neurológicas de incidência familiar ou hereditária; b) ausência de “déficit” neurológicos transitórios ou permanentes, indicativos de afecções do sistema nervoso central e periférico, abrangendo: A4 - 2/3

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

1) nervos periféricos, inclusive cranianos; 2) força muscular, global e segmentar; 3) sensibilidade superficial e profunda; 4) coordenação axial e apendicular (estática e dinâmica); 5) exame muscular, incluindo pesquisas de miotonia, atrofias, hipertrofias e distúrbios de tônus; 6) marchas; e 7) reflexos, superficiais e profundos. c) eletroencefalograma (EEG) normal nas inspeções iniciais dos candidatos ao ingresso no COMAER. 7

REQUISITOS DÉRMICOS

7.1 Inexistência de cicatriz deformatória ou não-deformatória que, por sua natureza ou localização, possa, em face do uso de equipamento militar e do exercício das atividades militares, vir a motivar qualquer perturbação funcional ou ulcerar-se. 7.2 Inexistência de tatuagem no corpo que afete a honra pessoal, o pundonor militar ou o decoro exigido aos integrantes das Forças Armadas (conforme previsto no Art. 28 do Estatuto dos Militares), tais como as que apresentem símbolos e/ou inscrições alusivas a: a) ideologias terroristas ou extremistas contrárias às instituições democráticas ou que preguem a violência e a criminalidade; b) discriminação ou preconceitos de raça, credo, sexo ou origem; c) idéias ou atos libidinosos; e d) idéias ou atos ofensivos às Forças Armadas. 7.3 Inexistência de qualquer tipo de tatuagem aplicada em área do corpo que possa vir a prejudicar os padrões de apresentação pessoal quando no uso de uniformes estabelecidos por regulamento do Comando da Aeronáutica, incluindo aqueles previstos para a prática de educação física (maiô e sunga). 8

OUTROS REQUISITOS

8.1 O não preenchimento de qualquer um dos requisitos descritos acima implicará a incapacidade do candidato na Inspeção de Saúde para o fim a que se destina. Outras causas de incapacidade estão descritas no anexo J das Instruções Técnicas das Inspeções de Saúde na Aeronáutica - ICA 160-6, aprovada pela Portaria DIRSA Nº 44/SDTSA, de 18 de outubro de 2006. 8.2 O estabelecido neste anexo representa apenas parte dos requisitos a serem exigidos na Inspeção de Saúde. Também serão realizados exames de patologia clínica, exames de imagem e outros, de acordo com o estabelecido na ICA 160-6.

A4 - 3/3

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 5

INFORMAÇÕES SOBRE AVALIAÇÃO DO EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA 1

EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA

1.1 O Exame de Aptidão Psicológica para o EA-EAOT 2008, de caráter seletivo, será realizado segundo os procedimentos e parâmetros fixados em Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) e documentos expedidos pelo Instituto de Psicologia da Aeronáutica (IPA). 2

DEFINIÇÃO

2.1 Processo de avaliação que visa estabelecer um prognóstico de adaptação, por meio da identificação nos candidatos de características psicológicas necessárias ao desempenho da atividade/estágio/função pretendida. 3

ÁREAS AVALIADAS

3.1

PERSONALIDADE

3.1.1 Conjunto de características herdadas e adquiridas que determinam o comportamento do indivíduo no meio que o cerca. São avaliados os seguintes elementos: a) aspecto afetivo-emocional; b) relacionamento interpessoal; e c) comunicação. 3.2

APTIDÃO

3.2.1 Conjunto de características que expressam a habilidade com que um indivíduo, mediante treinamento, pode adquirir conhecimento e destrezas, a serem avaliados por meio da aptidão geral ou de aptidões específicas. 3.3

INTERESSE

3.3.1 Demonstração ou expressão de gosto, tendência ou inclinação pelas atividades inerentes à função pretendida. 4

TÉCNICAS UTILIZADAS

4.1

ENTREVISTAS DE GRUPO OU INDIVIDUAL, DIRIGIDAS E PADRONIZADAS

4.2 4.2.1 4.2.2

TESTES PSICOMÉTRICOS Inteligência Geral. Aptidão Específica.

4.3 4.3.1 4.3.2

TESTES DE PERSONALIDADE Expressivos. Projetivos.

4.4

QUESTIONÁRIO DE INTERESSE

A5 - 1/2

IE/EA EAOT 2008 5

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

5.1 O Exame de Aptidão Psicológica para o EAOT obedece a critérios que são estabelecidos em conformidade com os perfis ocupacionais e consubstanciados nos "Padrões Seletivos", documento de uso exclusivo do IPA, que contém informações básicas, requisitos de desempenho e instrumentos de avaliação psicológica específicos de cada atividade/estágio/função. 5.2 Os perfis ocupacionais, elaborados segundo os preceitos da metodologia da pesquisa científica aplicada à Psicologia Organizacional, são baseados no "Padrão de Desempenho de Especialidades", documento elaborado pelo Comando-Geral do Pessoal (COMGEP). 5.3 O "Padrão Seletivo" do Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica, define os níveis mínimos de desempenho para cada área avaliada. Os candidatos são considerados indicados ao atingirem esses níveis estabelecidos. 6

RESULTADO

6.1 O resultado do Exame de Aptidão Psicológica só será considerado válido para o propósito seletivo para o qual foi realizado, sendo expresso por meio das menções "Indicado" (I) ou "Contra-Indicado" (CI). a) Indicado: candidato com prognose favorável de ajustamento e de adaptação ao ambiente de formação e/ou desempenho profissional por haver atingido os níveis de exigência referentes às áreas de personalidade, aptidão e interesse, contidos no perfil ocupacional básico da atividade/estágio/função; e b) Contra-Indicado: candidato com prognose desfavorável de ajustamento e de adaptação ao ambiente de formação e/ou desempenho profissional por apresentar resultados abaixo dos níveis de exigência, em uma ou mais áreas contidas no perfil ocupacional básico da atividade/estágio/função. 7

ENTREVISTA INFORMATIVA

7.1 O candidato que obtiver contra-indicação no Exame de Aptidão Psicológica a que se submeteu em grau de recurso poderá ter acesso à entrevista informativa referente aos resultados alcançados (art. 22 do Código de Ética Profissional do Psicólogo), por meio de requerimento próprio, dirigido ao Diretor do IPA.

A5 - 2/2

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

ANEXO 6 TESTE DE AVALIAÇÃO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO (TACF) 1 O Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF) visa medir e avaliar o padrão individual a ser atingido pelo candidato inscrito no EA-EAOT 2008. 2 O padrão individual a ser atingido durante o TACF servirá de parâmetro para aferir se o candidato possui as condições mínimas necessárias para suportar o esforço físico a que será submetido durante o curso, com vistas ao final deste ser capaz de atingir os padrões exigidos do militar da ativa. 3 O TACF será realizado em um único dia. Serão executados os três exercícios que se seguem, conforme a seqüência a seguir. 4 Será considerado APTO o candidato que for aprovado em todos os exercícios, conforme se segue: EXERCÍCIO Nº 1 - FLEXÃO DO TRONCO SOBRE AS COXAS (avaliação da resistência muscular da região abdominal) Duração: Tentativa: Posição inicial:

1º Tempo: 2º Tempo: Contagem:

SEXO

Neste exercício serão exigidos os mesmos padrões de execução para ambos os sexos. 01 (um) minuto. 02 (duas), com intervalo mínimo de 3 (três) minutos, caso o desempenho mínimo não tenha sido atingido na primeira tentativa. deitado em decúbito dorsal, mãos cruzadas sobre o peito na altura dos ombros, joelhos numa angulação de 90º, pés alinhados com o prolongamento do quadril e firmes ao solo, fixados com o auxílio do avaliador, procurando manter as coxas e os joelhos livres. flexionar o tronco até tocar os cotovelos no terço distal das coxas (região próxima ao joelho). voltar à posição inicial até que as escápulas toquem o solo. cada vez que o 1º tempo se completar, deve ser contada uma repetição. DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 19 ANOS 20 A 29 ANOS 30 A 39 ANOS

40 A 42 ANOS

MASCULINO

30 repetições

26 repetições

20 repetições

14 repetições

FEMININO

23 repetições

17 repetições

11 repetições

3 repetições

Erros mais comuns: a) soltar as mãos do peito ou auxiliar a flexão do tronco com impulso dos braços; b) não encostar os cotovelos no terço distal das coxas; c) não encostar as costas no solo no 2º tempo; d) parar para descansar; e) não manter os joelhos na angulação de 90º; e f) retirar ou arrastar o quadril do solo durante a execução do exercício. EXERCÍCIO Nº 2 - FLEXÃO E EXTENSÃO DOS MEMBROS SUPERIORES COM APOIO DE FRENTE SOBRE O SOLO (avaliação da resistência muscular dos membros superiores) Duração: sem limite de tempo. Tentativa: 02 (duas). Posição inicial: apoio de frente sobre o solo, com as mãos ligeiramente afastadas em relação à projeção dos ombros, mantendo o corpo totalmente estendido. 1º Tempo: flexionar os membros superiores, procurando aproximar o peito do solo o máximo possível, passando o tronco da linha dos cotovelos, mantendo o corpo A6 - 1/3

IE/EA EAOT 2008

2º Tempo: Contagem:

SEXO

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. estendido e os cotovelos projetados para fora, aproximadamente, 45º com relação ao tronco. Estender os mesmos, voltando à posição inicial. quando completar a extensão, deverá ser contada uma repetição. DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 19 ANOS 20 A 29 ANOS 30 A 39 ANOS

40 A 42 ANOS

MASCULINO

14 repetições

14 repetições

10 repetições

7 repetições

FEMININO

9 repetições

7 repetições

6 repetições

3 repetições

Erros mais comuns: a) apoiar o peito no chão; b) mudar a posição do corpo, deixando de mantê-lo totalmente estendido; c) não flexionar ou estender totalmente os membros superiores; d) elevar primeiro o tronco e depois os quadris; e) parar para descansar; f) aproximar os cotovelos do tronco durante as execuções finais, aproximando os braços do tronco; e g) mudar a posição das mãos (afastar ou aproximar) durante a execução do exercício. OBSERVAÇÕES: 1) As mulheres deverão apoiar os joelhos no solo para a execução do exercício, podendo ou não apoiar a ponta do pé no chão. 2) A fim de manter os cotovelos projetados para fora, o(a) avaliado(a) poderá aduzir as mãos na posição inicial. 3) O aplicador do TACF poderá interromper o teste quando o candidato alcançar o número mínimo de desempenho estipulado. EXERCÍCIO Nº 3 - AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE AERÓBICA MÁXIMA Será realizada por meio de uma corrida ou de uma marcha de 12 minutos. Duração: 12 (doze) minutos. Tentativa: 01 (uma). Tempo e distância: o instrutor responsável durante a aplicação deste teste deve informar ao avaliado o número de voltas percorridas e o tempo transcorrido, desde o seu início até o 9º (nono) minuto. A partir deste momento, o avaliador não deve mais informar o tempo transcorrido ao avaliado, somente as voltas percorridas. Apito: o teste é iniciado com um silvo curto de apito e termina com um silvo longo. Neste momento os avaliados iniciarão a volta à calma, caminhando no sentido perpendicular ao da execução do percurso, e assim devem permanecer até que o instrutor anote a distância por eles percorrida e o libere do teste. Local: pista de atletismo ou qualquer outro percurso no plano horizontal, preferencialmente, com 500±100 metros, com declividade não superior a 1/1000, devidamente aferidos. O piso poderá ser de qualquer tipo, desde que seja o mesmo durante todo o percurso. Sempre que possível, realizar marcações intermediárias para facilitar o avaliado no controle do seu ritmo de corrida. Execução:

a corrida de 12 (doze) minutos poderá ser feita em qualquer ritmo condicionado, podendo intercalar a corrida com caminhada, desde que essa alternância corresponda ao esforço máximo do avaliado para o tempo previsto, não podendo o mesmo parar ou sentar para descansar. A6 - 2/3

IE/EA EAOT 2008

SEXO

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 19 ANOS 20 A 29 ANOS 30 A 39 ANOS

40 A 42 ANOS

MASCULINO

2090 metros

1960 metros

1900 metros

1830 metros

FEMININO

1610 metros

1550 metros

1510 metros

1420 metros

Observação: o candidato que não atingir o desempenho mínimo em qualquer um dos exercícios exigidos no TACF será considerado NÃO APTO.

INTENCIONALMENTE EM BRANCO

INTENCIONALMENTE EM BRANCO

A6 - 3/3

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

ANEXO 7 EXAME DE ADMISSÃO AO EAOT 2008 FICHA INFORMATIVA SOBRE FORMULAÇÃO DE QUESTÃO - RECURSO ATENÇÃO: Preencha todos os campos com bastante clareza e com letra de forma. Utilize uma ficha informativa sobre Formulação de Questão para cada questão ou gabarito a respeito dos quais desejar interpor recurso. Nº DE INSCRIÇÃO: ___________________

I – IDENTIFICAÇÃO

NOME DO CANDIDATO: __________________________________________________________________ II – PROVA QUESTIONADA DISCIPLINA: _________________________________________ QUESTÃO Nº: ______________________ VERSÃO: __________________________________________ Nº DE PÁGINAS: ESTA + ____________ III – COMENTÁRIOS (Claros e objetivos. É fundamental que o candidato redija de maneira legível e apresente boa redação, com frases bem formuladas, que observem a correção gramatical, SEM considerações de ordem pessoal). Solicito revisão, em grau de recurso, da questão supracitada.

__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ IV – EMBASAMENTO TEÓRICO (obra, autor, edição consultada e página utilizada para seu embasamento).

__________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ Data: ____/____/_____

___________________________________ Assinatura do candidato

.......................................................................................................................................................... Enviar o requerimento para o CIAAR, por fax e via encomenda expressa (urgente) ou via ECT por SEDEX. Obs: Será desconsiderada a solicitação remetida somente por fax. CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA – CIAAR DIVISÃO DE CONCURSOS AV. SANTA ROSA, 10 – PAMPULHA - CAIXA POSTAL 2172 CEP: 31.270-750 – BELO HORIZONTE – MG FAX: (31) 3491-2264

A7

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 8

REQUERIMENTO PARA PROVA DE TÍTULOS EM GRAU DE RECURSO AO EXMO SR COMANDANTE DO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA

Nome ______________________________________________________, _____________ (se militar, posto ou graduação), residente na(o) ___________________________________________________ Bairro _________________________ Cidade __________________________ Estado __________ CEP _______________________ Telefone _____________________ nascido em ____/____/_____, candidato ao EA-EAOT 2008, inscrição nº ____________________, tendo seus títulos sido submetidos à análise pela Banca Examinadora e por discordar do resultado divulgado, pelos motivos abaixo descritos, vem solicitar nova análise em grau de recurso. (Não é permitido anexar documentos de comprovação de títulos a este requerimento). __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ É a primeira vez que requer. Nestes termos, pede deferimento. ____________________, ______ de _________________ de 20 _____. _____________________________________ Assinatura do candidato .......................................................................................................................................................... cortar aqui



Enviar o requerimento para o CIAAR como encomenda expressa (urgente) ou por SEDEX, via ECT, conforme endereço abaixo: CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA – CIAAR DIVISÃO DE CONCURSOS AV. SANTA ROSA, 10 – PAMPULHA - CAIXA POSTAL 2172 CEP: 31.270-750 – BELO HORIZONTE – MG FAX: (31) 3491-2264

A8

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007.

ANEXO 9 REQUERIMENTO PARA INSPEÇÃO DE SAÚDE EM GRAU DE RECURSO AO EXMO SR DIRETOR DE SAÚDE DA AERONÁUTICA Nome _________________________________________________________, __________(se militar, posto ou graduação), residente na(o) ___________________________________________________ Bairro

______________________________

Cidade

___________________________________

Estado ____ CEP _____________ Telefone ____________________ nascido em _____/_____/_____, natural de ___________________________________________ candidato ao EA-EAOT 2008, inscrição nº ______________________________, tendo sido inspecionado pela Junta de Saúde (Organização de Saúde) ____________________________________, em _____/_____/_____, e julgado INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA, vem requerer a V. Exa. nova inspeção em grau de recurso, pela Junta Superior de Saúde (JSS), conforme disposto no item 6.5 das Instruções Específicas, contrapondo o parecer que o incapacitou, com base na documentação médica em anexo. É a primeira vez que requer. Nestes termos, pede deferimento. ______________________, ______ de _______________ de 20____.

___________________________________ Assinatura do candidato  ............................................................................................................................................................... cortar aqui

RECIBO DO CANDIDATO Recebi em _____/_____/_____, às _____:_____ horas, o requerimento referente à Inspeção de Saúde, em grau de recurso, do candidato

________________________________

_________________________________________________. ______________________________________________________

Assinatura e carimbo – Setor de Protocolo do SERENS

A9

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 10

REQUERIMENTO PARA EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA EM GRAU DE RECURSO AO SR DIRETOR DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA AERONÁUTICA Nome _________________________________________________________, __________(se militar, posto ou graduação), residente na(o) ___________________________________________________ Bairro _______________________________ Cidade _______________________________________ Estado ____ CEP ______________ Telefone _____________________ nascido em ____/____/_____, natural de ___________________________________________ candidato ao EA-EAOT 2008, inscrição nº _________________, tendo sido considerado CONTRA-INDICADO no Exame de Aptidão

Psicológica,

realizado

em

_____/______/_____,

na

localidade

_________________________, sob a responsabilidade do IPA, vem requerer, conforme disposto no item 6.6 das Instruções Específicas, Exame de Aptidão Psicológica em grau de recurso: ( ) apresentando, em anexo, a documentação: _________________________________________ _________________________________________ (especificar documentação); ( ) não apresentando qualquer documentação. É a primeira vez que requer. Nestes termos, pede deferimento. ______________________, _____ de _______________ de 20____. _______________________________________ Assinatura do candidato Declaro ter sido submetido ao Exame de Aptidão Psicológica, em grau de recurso, em _____/_____/______,

na

localidade

_____________________________,

pelo(a)

Sr

(a).

_________________________________________________________________________________. _________________________________________________ Assinatura do candidato após o Exame  ................................................................................................................................................................ cortar aqui

RECIBO DO CANDIDATO Recebi em _____/_____/_____, às _____:_____ horas, o requerimento referente ao EAP, em grau de recurso, do candidato _______________________________________________________ _________________________________________________. ______________________________________________________

Assinatura e carimbo – Setor de Protocolo do SERENS

A10

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 11

REQUERIMENTO PARA ENTREVISTA INFORMATIVA AO SR DIRETOR DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA AERONÁUTICA Nome _________________________________________________________, __________(se militar, posto ou graduação), residente na(o) ___________________________________________________ Bairro _______________________________ Cidade _______________________________________ Estado ____ CEP ______________ Telefone _____________________ nascido em ____/____/_____, natural de ___________________________________________ candidato ao EA-EAOT 2008, inscrição nº _________________, tendo sido avaliado no Exame de Aptidão Psicológica, em grau de recurso, realizado em _____/_____/______, na cidade de ____________________, vem requerer Entrevista Informativa, com o objetivo de esclarecer o motivo da sua contra-indicação ao propósito seletivo e declara estar ciente do previsto no item 6.6 das Instruções Específicas.

É a primeira vez que requer. Nestes termos, pede deferimento. ______________________, ____ de _______________ de 20____. _______________________________________ Assinatura do candidato Declaro ter realizado a Entrevista Informativa referente ao Exame de Aptidão Psicológica, em ________/_______/_________, concedida pelo(a) Sr (a). _________________ __________________________________________________________________________________. _______________________________________ Assinatura do candidato após a Entrevista  ................................................................................................................................................................ cortar aqui

INSTRUÇÃO: Enviar o requerimento, com postagem registrada e Aviso de Recebimento, com o seguinte endereçamento: INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA AERONÁUTICA - IPA DIVISÃO DE SELEÇÃO AVENIDA MARECHAL CÂMARA, 233 – 8º ANDAR CEP 20020-080 – RIO DE JANEIRO RJ

TEL: (0XX21) 2126 9213

A11

IE/EA EAOT 2008

Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 12 REQUERIMENTO PARA TESTE DE AVALIAÇÃO

DO CONDICIONAMENTO FÍSICO EM GRAU DE RECURSO AO SR VICE-PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DESPORTOS DA AERONÁUTICA Nome _________________________________________________________, __________(se militar, posto ou graduação), residente na(o) ___________________________________________________ Bairro _______________________________ Cidade _______________________________________ Estado ____ CEP ______________ Telefone _____________________ nascido em ____/____/_____, natural de ___________________________________________ candidato ao EA-EAOT 2008, inscrição



_________________________,

Condicionamento

Físico

(TACF)

tendo em

realizado

o

Teste

_____/______/_____,

de

Avaliação

na

do

localidade

____________________________________ e tendo sido considerado NÃO APTO, vem requerer novo teste, em grau de recurso, conforme disposto no item 6.7 das Instruções Específicas. É a primeira vez que requer. Nestes termos, pede deferimento. _______________________, ______ de _______________ de 20_____. ___________________________________ Assinatura do candidato  ................................................................................................................................................................ cortar aqui

RECIBO DO CANDIDATO Recebi em _____/_____/_____, às _____:_____ horas, o requerimento referente ao TACF, em grau de recurso, do candidato _________________________________________________ ________________________________________________. ______________________________________________________

Assinatura e carimbo – Setor de Protocolo do SERENS

A12

DE-2, de 25 de julho de

IE/EA EAOT 2008 Portaria DEPENS nº 177-T/DE-2, de 25 de julho de 2007. ANEXO 1 SIGLAS UTILIZADAS PELO COMANDO DA AERONÁUTICA CONSTANTES DESTAS INSTR...

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